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Tuesday, 6 January 2015

Correntes de Curto-Circuito - Caderno Técnico Schneider




Adicionamos à secção de Downloads o caderno técnico 158 da Schneider para cálculo das correntes de curto-circuito.


Fica o Link: Aqui

Monday, 15 December 2014

Ordem dos Engenheiros - Sonha e Faz

A Ordem dos Engenheiros publicou no final do passado mês de Novembro um video promocional que visa captar estudantes para os cursos de engenharia.

Curiosamente este blog publicou recentemente (sem conhecer ainda o video da Ordem dos Engenheiros) um video de Julho deste Ano da Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo onde o Professor José Roberto Cardoso dá uma aula de Introdução à Engenharia onde enfatiza as características de um profissional de engenharia - Acredito que o caminho é mais por aí.


Friday, 12 December 2014

Engenharia - Perfil do Engenheiro

Qual o lugar da engenharia na sociedade? Qual a sua importância? E o engenheiro, qual o perfil na era atual? Que competências de liderança?

O video que aqui se apresenta é não só um guia para futuros engenheiros, mas também um memorando para os profissionais de engenharia para reencontro das origens e essência do que deve ser a sua atividade.




A UNIVESP, Universidade Virtual do Estado de São Paulo, mantém no Youtube um basto acervo de vídeos sobre ensino de engenharia.

Tuesday, 2 December 2014

Correção do Fator de Potência



Sendo o fator de potência um tema fundamental nas instalações industriais, adicionamos à seção de downloads novo documento técnico da ABB sobre o assunto.

Ver aqui




Monday, 1 December 2014

Supercondutores e Movimentação sem Fricção


A Festo conhecida marca de componentes pneumáticos e hidráulicos para a indústria está apostada na exploração do fenómeno da supercondutividade. Desta maneira a Festa sugere o impossível: sistemas de movimentação sem fricção.

A supercondutividade acontece a muito baixas temperaturas. Quando um material é arrefecido a temperaturas muito baixas cria um campo magnético à sua volta capaz de manter objetos em suspensão a uma distância fixa, sendo assim possível criar movimento sem fricção e sem os tradicionais mecanismos de controlo.

A Festo demonstra o conceito num vídeo onde explica ser capaz de produzir movimentos em todas as direções recorrendo a esta técnica. O vídeo mostra que objetos se podem mover dentro de um volume hermeticamente fechado.

Os supercondutores começam assim a aproximar-se da realidade e afiguram-se aplicações em ambientes industriais.


Transmissão por Levitação



Um grupo de engenheiros investigadores espanhóis da Universidade Carlos III de Madrid desenvolveram um novo sistema de transmissão para aplicações espaciais que, no futuro, pode ditar o fim das tradicionais caixas de velocidade. A nova transmissão não recorre a contacto mecânico, trabalha por magnetismo e não precisa de lubrificação, logo é imune aos danos por fricção.

Desenvolvido ao abrigo de um projeto europeu chamado MAGDRIVE o sistema transforma a velocidade rotacional de um eixo de entrada numa velocidade diferente num eixo de saída e isto por magnetismo, sem contacto mecânico. A nova "caixa de velocidades" em lugar de rodas dentadas tem imãs que se atraem e repelem alterando forças e velocidades entre eixos de entrada e saída.

O sistema originalmente concebido para aplicações espaciais foi desenhado para trabalhar a temperaturas muito baixas em aplicações como braços robóticos ou posicionadores de painéis solares. A equipa de investigação desenvolveu contudo dois protótipos, um criogénico para temperaturas de - 210ºC e um outro para temperaturas mais convencionais.

A versão criogénica integra rolamentos supercondutores de levitação que geram forças estáveis de repulsão o que permite girar de maneira estável e imune a movimentos e desequilíbrios oscilantes.
Trata-se da primeira vez na história que um eixo transmite o movimento a outro sem qualquer contacto e rodando a 3000 RPM.

Tuesday, 25 November 2014

Produção Lean - O caso do setor ITV



Ainda que nascido do rescaldo da 2ª guerra mundial, o sistema Lean de Produção é ainda pouco implementado em Portugal. Em 2010 foi feita uma investigação baseada numa pesquisa realizada em Portugal, Itália, Reino Unido e EUA e disso mesmo dava conta. No estudo foram identificados obstáculos à implementação das metodologias Lean tendo sido identificados a falta de entendimento do sistema, o não o saber implementar, a falta de apoio da gestão de topo e o desconhecimento do sistema e seus benefícios. A acrescentar ao desconhecimento dos benefícios associa-se o desconhecimento os custos de implementação dos sistema e a dificuldade em quantificar os mesmos.

No caso concreto das indústrias têxteis o cenário acerca do tema é ainda mais redutor. Em 2012 a Universidade do Minho por Laura Costa Maia levou a cabo um inquérito aos profissionais de engenharia das indústrias de ITV (Indústrias Têxteis e Vestuário) sendo que 77% dos inquiridos responderam que trabalhavam em empresas que não tinham o sistema Lean implementado, ainda que 46% tenham afirmado que o Lean se trata de um modelo a implementar. Igualmente 46% responderam não ter conhecimentos suficientes para o implementar.

O resultado do estudo traduz o conhecimento empírico que a autora do mesmo detinha do setor em diversos trabalhos de consultadoria. A mesma menciona problemas persistentes e recorrentes como acidentes de trabalho, absentismo elevado, difícil comunicação entre gestores e colaboradores, produtividade baixa, atrasos nas entregas, elevada taxa de defeitos, elevadas reclamações por parte dos clientes, muito tempo gasto na procura de materiais e ferramentas, elevada taxa de retrabalho, muitas máquinas em paradeiro desconhecido, armazéns cheios de material pouco usado ou obsoleto, stocks elevados de matéria-prima de trabalho em curso e produto acabado, corredores apinhados de material em curso, mau dimensionamento de contentores e caixas rotas.

Numa opinião, agora pessoal, as indústrias ITV ainda que desconhecendo os pilares da metodologia Lean têm-no por instinto parcelarmente implementado de forma empírica. Veja-se as linhas de produção das indústrias de vestuário que não deixam de ser um exemplo prático do conceito Lean. As máquinas não se agrupam por tipologia mas antes numa sequência lógica de operações em que o resultado final se traduz numa cadência de produção mais ou menos fixa a que corresponde o conceito de takt time. Outros exemplos ocorrem-me como o controlo de produção e regulação de fluxos de forma visual. Contudo o setor carece de profissionais com conhecimentos e/ou disponibilidade para tratamento numérico e estatístico que permitam mensurar adequadamente a organização produtiva para consequentemente redimensionar as linhas de produção baseado no espírito da melhoria contínua. Outra dificuldade consiste na baixa escolaridade da generalidade dos colaboradores que impede mecanismos de abordagem sistemática, ou seja proceder de igual forma em condições de igualdade de circunstâncias. A mesma baixa escolaridade limita a capacidade de organização documental. Acresce que o setor está demasiado preso a conceitos organizacionais tradicionais, por exemplo em determinadas circunstâncias é razoável parar equipamentos para evitar estrangulamentos e deslocar recursos para pontos de produção mais a jusante fazendo aumentar ou manter a cadência de produção no final da linha.

Finalmente outros fatores há que fazem desta indústria a que conta com trabalhadores com os mais baixos níveis de autoestima e consequentemente menos predisponíveis para a eficiência e mudanças de hábitos. O mesmo se aplica não menos vezes a chefias com a agravante de provocar o aumento de necessidades de afirmação pessoal em detrimento da organização como um todo.

Monday, 10 November 2014

Sistema robótico para tratamento de epilepsia



Um grupo de engenheiros concebeu um sistema robótico para assistir em cirurgias ao cérebro para o tratamento da epilepsia.

O procedimento cirúrgico para o tratamento de casos graves de epilepsia envolve a perfuração através do crânio até ao cérebro para destruir a pequena área onde as convulsões são originadas.

Os engenheiros da Vanderbilt University consideram que é possível com este robô tornar a cirurgia menos invasiva porque a região do cérebro envolvida, o hipocampo, fica no fundo. Esta solução robótica entra no cérebro por baixo evitando perfurar o crânio.