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Monday, 10 November 2014

Barata Eletrónica - Biobots



Investigadores da Universidade da Carolina do Norte desenvolveram cyborgs que se assemelham a baratas, chamam-se Biobots. Os Biobots estão equipados com microfones e são capazes de seguir as fontes que emitem os sons detetados.

Esta tecnologia está pensada para atuar em casos de emergência para resgate e salvamento de sobreviventes em cenários de desastre como em colapsos de edifícios.

De acordo com os investigadores o inseto artificial está equipado com "mochilas" eletrónicas para assegurar os movimentos do Biobots. Foram desenvolvidas dois tipos de "mochilas". Uma está equipada com microfones capazes de captar sons em alta resolução vindos de qualquer direção e transmiti-los por wireless para os socorristas. O outro tipo de mochila está equipada com três microfones de maneira a detetar a direção do som. A equipa de investigadores desenvolveu depois um algoritmo para analisar os sons e assim localizar a sua origem e orientar o Biobots até à sua origem.

Estas baratas eletrónicas são capazes de diferenciar os sons que interessam, por exemplo o de uma pessoa a pedir ajuda diferenciando-o de outros que não interessam.


Friday, 7 November 2014

Produção Lean - Just In Time (parte 2)

Takt time é o tempo necessário para produzir uma unidade. Numa lógica de produção puxada as quantidades a produzir estão niveladas com a procura do cliente pelo que por definição Takt time fica:

Takt time = tempo disponível para produção / procura do cliente

Pode dizer-se que Takt Time é o ritmo de produção de uma linha Lean, por exemplo 50seg/unidade. Facilmente se percebe que o Takt time de uma linha de produção é igual ao tempo de processamento do posto mais lento, ele é quem define o ritmo de produção, por isso esta filosofia de produção faz revelar os pontos fracos da organização industrial. Imagine-se que está definido que cada posto de trabalho deve ter aprovisionado duas unidades de artigo a processar. Por meio de kanban, tema já abordado neste blogue (ver aqui), a linha autorregula-se para que os stock's intermédios se mantenham nos valores definidos. Se algum dos postos de trabalho da linha tiver um tempo de processamento maior que os restantes é esse que vai definir o takt time e, todos os outros vão reduzir a sua velocidade de processamento caso contrário o stock de entrada no posto mais lento vai ser mais elevado do que o definido.

Uma possível melhoria na linha de produção seria diminuir o tempo de produção do posto mais lento para melhorar o takt time da linha. Várias opções podem ser consideradas sendo que a mais simples é que o operador desse posto seja ajudado por algum operador dos postos adjacentes. Outra opção pode ser a duplicação do posto de trabalho mais lento criando uma bifurcação. Imagine-se que para a operação em causa é usada uma máquina que já está regulada na máxima produção possível, imagine-se ainda que no mercado não existem máquinas similares mais rápidas, faz pois sentido adquirir uma outra a instalar na mesma linha em paralelo com a máquina já existente, podendo ambas ser operadas, ou não, por um só operador. A tomada de uma ou outra decisão depende do custo unitário dos artigos produzidos recorrendo a uma ou outra solução. O investimento na aquisição de uma nova máquina pode elevar o custo de produção a um nível tão elevado capaz de superar o custo unitário dos artigos produzidos numa linha com takt time mais baixo.

Uma linha de produção a operar numa lógica de produção puxada produz somente o que é vendido e evita custos de sobreprodução (aumento de stock's) bem como de subprodução (menores vendas). Ainda sobre este esta lógica a programação e controlo da produção fica simplificada e autorregulável evitando instruções verbais, características na produção empurrada.


Thursday, 6 November 2014

Produção Lean - Just In Time (parte 1)


Just In Time, produzir apenas o necessário e quando é necessário. A metodologia Lean foca-se nas solicitações dos clientes, na demanda do mercado, e importa o conceito para o chão de fábrica: o armazém de expedição solicita ao departamento de produção as quantidades necessárias para satisfazer o pedido do cliente e pede-as para a data em que delas necessita e expede a encomenda para o cliente, assim reduz as quantidades de produto em stock bem como a sua permanência em armazém. O mesmo sucede com o departamento de produção que solicita ao armazém de matéria-prima as quantidades necessárias no momento que delas necessita de maneira a entregar o produto ao armazém de expedição na data que em que este último solicitou.

No conceito clássico de produção em massa, o fluxo produtivo surge empurrado. A capacidade produtiva da fábrica determina o número de peças a produzir, o armazém de matéria-prima adquire as matérias de maneira a que estas não faltem à produção. O departamento de produção produz maximizando os seus recursos para reduzir o custo unitário de produção e coloca o produto acabado no armazém de expedição que os envia ao cliente consoante os pedidos. Com frequência os armazéns enchem, o tempo de permanência do produto em armazém é elevado e os departamentos comerciais vêm-se forçados a fazer promoções para baixar os níveis de stock.

O conceito Lean implementa uma gestão e planeamento de produção invertida. A isto chama-se produção puxada e deste modo pretende-se eliminar perdas por produção em excesso traduzindo-se em menor stock, menor tempo de permanência do produto no processo produtivo e com isto fazer com que o dinheiro investido na aquisição da matéria-prima e nos recursos de produção mais rapidamente seja devolvido.

A produção puxada aplica-se entre departamentos e simultaneamente dentro de cada departamento entre cada um dos processos.

A viabilidade do conceito Just In Time depende de três fatores: fluxo contínuo de produção, takt time e produção puxada.

Tradicionalmente as unidades produtivas organizam-se agrupando as máquinas por processos, por exemplo secção de corte, secção de estampagem, secção de polimento e por aí fora. Desta feita produzem-se grandes quantidades por lote que depois são transportados entre departamentos. Desde logo se identificam perdas por tempo de espera até completar lote, perdas por necessidade de manipulação para transporte e perdas por stocks (por vezes exagerados) entre secções. O conceito Lean redesenha o layout fabril organizando-o em células funcionais em que os processos de fabrico são alinhados em linhas de produção. Nestas linhas os equipamentos ou postos de trabalho são alinhados de forma sequencial e fisicamente próximos, por exemplo: numa cutelaria alinha-se o posto de corte, seguidamente o posto de estampagem e no fim da linha o posto de polimento. Estes estão tão próximos uns dos outros de maneira a que entre os postos se evitem necessidades de manipulação por transporte e se reduza o espaço para stocks intermédios ao mínimo necessário.


Monday, 3 November 2014

Land Rover torna frente dos carros transparente

A Land Rover apresenta um inovador conceito de visualização de ângulos mortos que torna a frente do carro transparente.



Parece magia mas é tão-somente alta tecnologia. O sistema funciona com duas câmaras, uma virada para a frente e montada na grelha frontal e uma segunda voltada para o chão na parte inferior do carro. O resultado de ambas as imagens depois de processado por software é projetado no para-brisas conforme o video criando a sensação de que a frente do carro é transparente.

Por este método os percursos fora de estrada tornam-se mais fáceis de executar e deixa de ser necessário o copiloto sair do carro para orientar o condutor onde colocar as rodas.


Wednesday, 29 October 2014

Aparelho faz diagnóstico de osteoporose por leitura acústica

Investigadores ingleses desenvolveram um aparelho que identifica problemas de osteoporose através de sons emitidos pelo corpo. O aparelho portátil pode ser usado por profissionais de saúde para monitorizar o estado dos pacientes com regularidade para avaliar de que forma respondem aos tratamentos.


O aparelho possui sensores que se aplicam à superfície dos joelhos que detetam os ruídos gerados pela energia acústica gerada pela fricção e peso do próprio corpo nas articulações. O sistema também é capaz de interpretar e registar o ângulo do joelho para assim relacionar a forma de onda acústica durante as diferentes fases do movimento.

A investigação foi liderada pela Lancaster University mas também contou com investigadores de Central Lancashire University, Manchester University e da industria.

Tuesday, 28 October 2014

Reino Unido terá estrada inteligente

in http://canaltech.com.br/ (2013)


A estrada A14, que liga as cidades de Felixstowe e Birmingham, no Reino Unido, será a primeira via do país com um sistema inteligente conectado à internet. As informações são do jornal Telegraph.

A ideia é que a estrada sirva de modelo para preparar outros locais para o futuro, em especial para carros automatizados que não precisam de motorista. Além disso, o caminho poderá alertar sobre a velocidade do automóvel para reduzir a distração do condutor e evitar acidentes.

O Reino Unido é um dos primeiros países do mundo a testar uma tecnologia chamada "espaço branco". Os sinais são enviados pelas brechas do espectro utilizado pelas TVs, e não pela rede de celulares, e por isso a estrada transmite dados a maiores distâncias e ajuda a conectar os carros a lugares mais remotos. Outras empresas também fazem testes com esse recurso; a Microsoft, por exemplo, vai usar espaços brancos para distribuir Wi-Fi grátis em Glasgow, na Escócia.

Sensores serão colocados ao longo de 110 quilômetros da A14. A estrada será conectada ao controle de tráfego, permitindo a transmissão de dados sobre trânsito e clima direto para o celular do motorista. Dessa forma, será possível planejar melhor as rotas e evitar congestionamentos.

Os engenheiros responsáveis pelo projeto esperam que, no futuro, a própria estrada controle automaticamente a velocidade dos veículos e ainda ofereça suporte para alimentar máquinas de venda automática e monitores cardíacos.

Cerca de vinte companhias vão testar a A14. Segundo a entidade reguladora de telecomunicações Ofcom, a estrada deve entrar em operação oficial em 2014.

Monday, 27 October 2014

Lean Production, o Conceito

Lean traduzido do inglês significa magro. Por esta designação já se antevê os princípios de Lean Manufacturing, produção magra: é obvio redução de desperdícios.

O foco da filosofia Lean está centrado no valor que o cliente está disposto a pagar pelo artigo a produzir. Nas organizações tradicionais o valor do produto é a soma dos custos de produção, matéria-prima e lucro. O sistema Lean está invertido, a organização está obrigada a produzir para um dado valor de mercado e é partindo deste princípio que toda a estrutura organizacional deve ser projetada ou analisada. Toda a cadeia de valor da organização, processo a processo, deve ser analisada com o objetivo de identificar desperdícios e oportunidades de melhoria na busca da perfeição. Com isto o Lean Manufacturing deve implementar um sistema de produção de fluxo contínuo onde todas as operações tenham em vista o acrescentar valor ao produto e onde as quantidades a produzir são processadas no momento certo e adequam-se à procura. Desta feita o sistema Lean basea-se em métodos de produção pull ou produção puxada, com isto as ordens de produção são sempre despoletadas pela procura do cliente, do mesmo modo o fluxo de produção rege-se pelo mesmo princípio, são os processos a jusante que desencadeiam as ordens de produção nos processos a montante.

Num sistema de produção puxado evitam-se produções desnecessárias e os produtos são assim processados no momento certo para satisfazer a procura, Just in Time.

O conceito Lean Manufacturing permite eliminar, ou pelo menos reduzir os oito desperdícios fundamentais, sobreprodução, sobreprocessamento, defeitos, stocks em excesso, deslocações dos operadores, movimentações e manuseamento de materiais desnecessários. O efeito destes desperdícios reflete-se no aumento dos tempos de processamento, aumento do tempo de entrega e finalmente no aumento do custo do produto. Interessa reforçar que a sobreprodução, ou seja, produzir mais do que o necessário para satisfazer a procura ou os pedidos dos clientes, está na origem de outros desperdícios, a empresa vê os armazéns cheios especialmente de produto acabado que não consegue vender, mas também de armazéns intermédios, com todos os custos e falta de espaço que isso acarreta.

Por fim o oitavo desperdício: não aproveitar a criatividade dos colaboradores.

Thursday, 23 October 2014

Lean Production, a Origem

Após a 1ª grande guerra Henry Ford fez prosperar a indústria de automóveis introduzindo o conceito de produção em massa. O Ford T foi o primeiro modelo da história do automóvel a ser produzido em série. O conceito de Henry Ford era simples, ainda assim inovador: produzir em grande escala para reduzir o custo de produção. Com a produção em massa os operários deixaram de ter que ser especialistas e só tinham que fazer bem e rápido uma só tarefa, antes, no conceito de produção artesanal os operários tinham que saber executar todas as tarefas.


O resultado foram carros baratos e fiáveis, não tardou por isso a que o conceito fosse exportado para outros setores marcando o início da indústria moderna.

Com a 2ª guerra o Japão ficou devastado. O construtor de automóveis Japonês Toyota enviou um grupo de engenheiros aos Estados Unidos para visitar o rival americano Ford. O objetivo foi estudar o conceito de produção em massa para o adotar e assim fazer reerguer o construtor que além de automóveis também construía teares para a indústria têxtil. Contudo os engenheiros da Toyota perceberam que dificilmente o sistema americano resultaria no contexto japonês. O mercado americano era incomensuravelmente maior que o japonês pelo que à escala do Japão a Toyota não iria conseguir produzir automóveis suficientemente baratos. Por outro lado a Toyota percebeu a principal fragilidade da produção em massa, a falta de flexibilidade. Na produção em massa evitam-se mudanças e ajustes nos equipamentos e como consequência produzem-se pequenas variedades do mesmo produto. Por exemplo durante muitos anos o Ford T teve sempre a mesma cor precisamente para que não houvesse mudanças na linha de produção.

A Toyota entendeu que podia ter uma mais-valia competitiva indo de encontro ao desejo dos consumidores fabricando uma maior variedade do mesmo produto. Mas persistia o problema de como produzir carros baratos e isso teria que ser resolvido porque o construtor japonês também já sabia que quem define o preço do produto é o cliente, ou seja o cliente é que decide o quanto está disposto a pagar para adquirir um dado produto. Os engenheiros da Toyota também perceberam que o sistema de produção em massa gera muito desperdício que regra geral não era valorizado, assim começaram a estudar uma simbiose da produção artesanal com a produção em série que procurasse reduzir a zero o desperdício. Assim nasceu o Sistema de Produção Toyota.

O Sistema de Produção Toyota passou despercebido ao mundo durante muitos anos e só na década de 70 do século XX é que passou a dar nas vistas quando em plena crise petrolífera os construtores americanos começam a somar prejuízos e a Toyota revela-se ainda que produzindo menos mas mantendo a existência de lucros. É nessa altura que o MIT começa a estudar os sistema de produção Toyota e o denomina de Lean Production.

Procedimentos para inspeção de cabos elétricos de baixa tensão LV



Procedimentos para inspeção de cabos elétricos de baixa tensão.

    1 - Compare o cabo com o projeto e especificações.
    2 - Inspecione secções expostas dos cabos suscetíveis de sofrer danos físicos.
    3 - Verifique a sua correta ligação de acordo com o projeto elétrico.
    4 - Inspecione as conexões aparafusadas usando um dos seguintes métodos:

          a)  Usar um ohmímetro de baixa resistência
          b) Verificar o aperto das conexões elétricas usando uma chave dinamométrica calibrada e                        comparando com dados dos fabricantes.
          c) Realizar levantamento termográfico

    5 - Fazer testes de isolamento.
    6 - Fazer testes de continuidade.
    7 - Verificar resistência uniforme de cabos paralelos.
A verificação do estado dos cabos elétricos e suas conexões é matéria suprema para a garantia de segurança de uma instalação elétrica, nomeadamente no que ao risco de incêndio diz respeito.

Wednesday, 22 October 2014

Sensores de medição podem ser pirateados para reduzir conta da luz

in http://exameinformatica.sapo.pt/

Dois investigadores descobriram que os sensores de medição de consumos de eletricidade bastante populares em Espanha apresentam uma vulnerabilidade que pode ser usada para atacar a rede elétrica ou simplesmente mostrar menos gastos.


Javier Vidal e Alberto Illera descobriram que a forma como os sensores inteligentes de medição de consumos de eletricidade comunicam com a rede central pode ser pirateada. Como consequência, terroristas podem usar a vulnerabilidade para provocar interrupções de fornecimento elétrico e hackers podem começar a registar menos consumos, para pagar faturas de eletricidade mais reduzidas. Os investigadores desmontaram os sensores instalados por uma companhia elétrica espanhola na morada do cliente. Ao fim de seis meses de investigação, descobriram que as chaves de encriptação das comunicações entre o sensor e a rede estão gravadas no firmware do aparelho. Segundo a BBC, é possível usar as chaves em conjunto com o identificador único de cada sensor para alterar as comunicações. Numa primeira instância, é possível registar consumos inferiores aos reais, de forma a pagar menos eletricidade, mas a falha pode ser explorada para cortar o fornecimento para aquele ponto de entrega.

Os investigadores já alertaram a companhia elétrica espanhola, que não foi identificada publicamente. Em Espanha, prevê-se a instalação de milhões destes contadores inteligentes antes de 2018.

Ashar Aziz, responsável pela empresa de segurança FireEye, explica que as vulnerabilidades existem e até agora só foi possível manter o equilíbrio porque as pessoas que têm capacidade para as explorar não estão interessadas em fazê-lo e os terroristas que o querem fazer não tem as capacidades necessárias.