Monday, 6 October 2014
Ingenium Julho/Agosto
Wednesday, 1 October 2014
Mais Engenharia - Solicitação de Apoio
Solicitação de Apoio para candidatura aos Orgãos Sociais da Ordem dos Engenheiros
Caro(a) Colega,
Somos um grupo de colegas que conjuntamente com mais colegas de várias regiões e especialidades, estiveram na genesis do movimento mais engenharia, espaço que se formou e tem crescido nas redes sociais. Neste momento, engloba mais de 7000 membros, na sua maioria Engenheiros, das mais diversas especialidade e regiões. Ao longo dos últimos anos, temos promovido várias iniciativas na defesa e promoção da Engenharia Portuguesa, nomeadamente entre outras as palestras sobre temas atuais e de interesse para todos os colegas.
Das iniciativas realizadas em 2014, destacamos as seguintes:
1- Penafiel, a Empregabilidade e Empregabilidade precária,
2- Cluster do Mar em Oeiras
e das preparadas até ao fim do ano:
1- Famalicão a “Reindustrialização- O papel da Engenharia”;
2- “Sustentabilidade e Competitividade”; na região de Lisboa e
3- “Smart Cities” em Coimbra.
Participamos e apoiamos vários eventos, como a apresentação do livro “Portugal Pós-Troika”, na AIP-Lisboa e no Porto Business School, presenças na comunicação social SIC e Diário Económico e imprensa local, bem como nos eventos e Assembleias OE, onde sempre que possível temos vincado a nossa posição apresentando propostas pró-activas.
Dispomos de uma edição digital, o magazine "+Engenharia" de distribuição electrónica e gratuita, já com mais de 5000 mil leitores, estando em preparação quarta edição, bem como um blog e um grupo no linkedin.
Todos somos poucos, mas uma nova liderança na nossa Ordem contribuirá decididamente para a prosperidade e evolução de Portugal. As responsabilidades da nossa Ordem, deverão ir para além de confraternizações.
A Ordem deve pugnar para que os Engenheiros, sejam um dos pilares do crescimento sustentado para o País, nomeadamente na Reindustrialização, a optimização de Energia, na redescoberta do Mar como fonte de riqueza e crescimento, na renovação urbana, entre outros.
A forma como estão a ser geridos processos como o reconhecimento da actividade de colegas no Brasil, o diferendo com a ANET, que teve como epilogo a criação da OET, e mais recentemente a forma como está a ser gerida a revisão estatutária, leva-nos a tomar a decisão de reunir apoios, solicitar contributos e disponibilidade para o trabalho preparatório com vista à constituição de um programa e de uma equipa a apresentar às próximas eleições da Ordem dos Engenheiros, que se realizarão previsivelmente no prazo máximo de três meses, após aprovação dos novos estatutos segundo fontes governamentais.
Tomando em consideração igualmente o QREN 2020, deveremos ter com a sua nova abordagem um pilar de sustentabilidade da Europa, na qual Portugal deve ser capaz de aproveitar totalmente na recriação das bases de um novo ciclo inspirando novos ventos para uma Classe que se quer integrante e ativa nestes novos desafios
Pretendemos construir um programa moderno, equilibrado e sustentável que responda aos reais desafios da Engenharia e dos Engenheiros, contribuindo para uma dignificação da Classe elevando-a o nível a que ela merece.
Pretendemos fazê-lo de forma, o mais aberta e participativa possível.
Solicito ao colega contributos para o programa, disponibilidade para integrar o projecto e indicações de apoios, bem como a participação nas nossas iniciativas.
Cumprimentos
Paulo Bispo Vargas
Joaquim Nogueira de Almeida
Carlos Rebelo da Silva
Email: geral@maisengenharia.pt
O apoio dos colegas é uma prova de que a consciência profissional e de cidadania existe na nossa classe.
Precisamos de divulgar e consciencializar mais, para que todos os colegas participem numa mudança que se exige neste tempos de profunda alteração da forma de ver a nossa classe. O facto de a industria de construção não ser neste momento o motor do país é um apelo à requalificação e internacionalização dos colegas desta área mas antes de mais uma abertura para o crescimento de todas as outras engenharias.
A Reindustrialização, a exploração de recursos naturais, o Mar, a eficiência Energética entre outras, são áreas que apesar de multidisciplinares exigem o crescimento de TODAS as engenharias.
Colegas, esta é uma hora de mudança, tomai consciência e iniciativa de fazer parte dessa mudança, dando o apoio ao nosso movimento + ENGENHARIA,
Caro(a) Colega,
Somos um grupo de colegas que conjuntamente com mais colegas de várias regiões e especialidades, estiveram na genesis do movimento mais engenharia, espaço que se formou e tem crescido nas redes sociais. Neste momento, engloba mais de 7000 membros, na sua maioria Engenheiros, das mais diversas especialidade e regiões. Ao longo dos últimos anos, temos promovido várias iniciativas na defesa e promoção da Engenharia Portuguesa, nomeadamente entre outras as palestras sobre temas atuais e de interesse para todos os colegas.
Das iniciativas realizadas em 2014, destacamos as seguintes:
1- Penafiel, a Empregabilidade e Empregabilidade precária,
2- Cluster do Mar em Oeiras
e das preparadas até ao fim do ano:
1- Famalicão a “Reindustrialização- O papel da Engenharia”;
2- “Sustentabilidade e Competitividade”; na região de Lisboa e
3- “Smart Cities” em Coimbra.
Participamos e apoiamos vários eventos, como a apresentação do livro “Portugal Pós-Troika”, na AIP-Lisboa e no Porto Business School, presenças na comunicação social SIC e Diário Económico e imprensa local, bem como nos eventos e Assembleias OE, onde sempre que possível temos vincado a nossa posição apresentando propostas pró-activas.
Dispomos de uma edição digital, o magazine "+Engenharia" de distribuição electrónica e gratuita, já com mais de 5000 mil leitores, estando em preparação quarta edição, bem como um blog e um grupo no linkedin.
Todos somos poucos, mas uma nova liderança na nossa Ordem contribuirá decididamente para a prosperidade e evolução de Portugal. As responsabilidades da nossa Ordem, deverão ir para além de confraternizações.
A Ordem deve pugnar para que os Engenheiros, sejam um dos pilares do crescimento sustentado para o País, nomeadamente na Reindustrialização, a optimização de Energia, na redescoberta do Mar como fonte de riqueza e crescimento, na renovação urbana, entre outros.
A forma como estão a ser geridos processos como o reconhecimento da actividade de colegas no Brasil, o diferendo com a ANET, que teve como epilogo a criação da OET, e mais recentemente a forma como está a ser gerida a revisão estatutária, leva-nos a tomar a decisão de reunir apoios, solicitar contributos e disponibilidade para o trabalho preparatório com vista à constituição de um programa e de uma equipa a apresentar às próximas eleições da Ordem dos Engenheiros, que se realizarão previsivelmente no prazo máximo de três meses, após aprovação dos novos estatutos segundo fontes governamentais.
Tomando em consideração igualmente o QREN 2020, deveremos ter com a sua nova abordagem um pilar de sustentabilidade da Europa, na qual Portugal deve ser capaz de aproveitar totalmente na recriação das bases de um novo ciclo inspirando novos ventos para uma Classe que se quer integrante e ativa nestes novos desafios
Pretendemos construir um programa moderno, equilibrado e sustentável que responda aos reais desafios da Engenharia e dos Engenheiros, contribuindo para uma dignificação da Classe elevando-a o nível a que ela merece.
Pretendemos fazê-lo de forma, o mais aberta e participativa possível.
Solicito ao colega contributos para o programa, disponibilidade para integrar o projecto e indicações de apoios, bem como a participação nas nossas iniciativas.
Cumprimentos
Paulo Bispo Vargas
Joaquim Nogueira de Almeida
Carlos Rebelo da Silva
Email: geral@maisengenharia.pt
Comentário do Engenheiro Joaquim Almeida
Precisamos de divulgar e consciencializar mais, para que todos os colegas participem numa mudança que se exige neste tempos de profunda alteração da forma de ver a nossa classe. O facto de a industria de construção não ser neste momento o motor do país é um apelo à requalificação e internacionalização dos colegas desta área mas antes de mais uma abertura para o crescimento de todas as outras engenharias.
A Reindustrialização, a exploração de recursos naturais, o Mar, a eficiência Energética entre outras, são áreas que apesar de multidisciplinares exigem o crescimento de TODAS as engenharias.
Colegas, esta é uma hora de mudança, tomai consciência e iniciativa de fazer parte dessa mudança, dando o apoio ao nosso movimento + ENGENHARIA,
Veículos Elétricos em 1914 - Realidade Britânica (sequela)
Não resistimos a publicar neste blogue o comentário do Engenheiro Joaquim Almeida no Linkedin ao artigo Veículos Elétricos em 1914 - Realidade Britânica:
Caro Jorge Miranda,
Fantastico artigo que vem relembrar a que ponto a tecnologia do veiculos eletricos tem uma possibilidade de desenvolvimento mais democratico, já que não exige uma tecnologia tão avançada como a dos motores de explosão.
Portugal tem toda a tecnologia p criar uma marca de carros eléctricos e passar a ser um player mundial nessa area, senão vejamos:
- Fabrica motores eletricos
- Fabrica todos os plasticos, etc para fazer os acessórios
. Fabrica componente eletronicos e produz todo o sistema de gestão eletrica
- Tem desenvolvimento de software do mais alto nivel p a gestão cada vez mais complexa de todos os componenentes do automovel
. Tem bons designers e visionários que até já ganharam prémios internacionais na concepção de carros do futuro
- Tem energia eletrica verde
- Tem uma rede de alimentação de energia eletrica totalmente sub aproveitada
O que falta?:
- Iniciativa de investidores
- Apoio do estado no desenvolvimento de um cluster automovel eletrico
- Mudança de mentalidades
Caro Jorge Miranda,
Fantastico artigo que vem relembrar a que ponto a tecnologia do veiculos eletricos tem uma possibilidade de desenvolvimento mais democratico, já que não exige uma tecnologia tão avançada como a dos motores de explosão.
Portugal tem toda a tecnologia p criar uma marca de carros eléctricos e passar a ser um player mundial nessa area, senão vejamos:
- Fabrica motores eletricos
- Fabrica todos os plasticos, etc para fazer os acessórios
. Fabrica componente eletronicos e produz todo o sistema de gestão eletrica
- Tem desenvolvimento de software do mais alto nivel p a gestão cada vez mais complexa de todos os componenentes do automovel
. Tem bons designers e visionários que até já ganharam prémios internacionais na concepção de carros do futuro
- Tem energia eletrica verde
- Tem uma rede de alimentação de energia eletrica totalmente sub aproveitada
O que falta?:
- Iniciativa de investidores
- Apoio do estado no desenvolvimento de um cluster automovel eletrico
- Mudança de mentalidades
Tuesday, 30 September 2014
Sistran: coletor/analisador de vibrações CSI 2140
Pensado e adequado às necessidades do utilizador, apresenta como principais caraterísticas: um coletor de dados de 4 canais simultâneos permitindo realizar uma análise mais fácil ao estado de condição de rolamentos, um analisador de vibrações mais versátil com a mais elevada velocidade de aquisição de dados do mercado, ecrã de grandes dimensões e tátil mesmo utilizando luvas de proteção, é ergonómico adequado às necessidades para uma fácil utilização em campo, e através da comunicação bluethooth wireless é possível o envio imediato dos dados recolhidos para email, a partir do local de recolha. A somar a isso, incorpora as ferramentas avançadas de análise em campo, como o Cross Channel e Análise Transiente.
www.sistran.pt
Auditorias Energéticas - Guideline
Dado o interesse no contexto Industrial disponibilizamos na biblioteca de Downloads um guia para a concretização de auditorias energéticas. O documento PDF é escrito em inglês foi elaborado no seio de Berkeley National Laboratory.
Ver aqui
Sunday, 28 September 2014
Android Studio Tuturial
Na secção de Downloads incluímos um tutorial de programação para Android com recurso ao Android Studio, plataforma de programação à qual já fizemos referência em ReSolve.
O tutorial agora disponível foi retirado do site http://www.i-programmer.info/ e está em PDF.
ver aqui
Thursday, 25 September 2014
Veículos Elétricos em 1914 - Realidade Britânica
baseado em http://www.theengineer.co.uk/
A tecnologia de veículos elétricos, que hoje está em amplo desenvolvimento e que é vista como um caminho para a redução das emissões de dióxido de carbono, defronta-se ainda com preconceitos e limitações no entanto esta tecnologia tem já uma longa história de mais de um século. Já em 1914 a publicação britânica The Engineer apresentou um artigo onde perspetivava que tipo de tecnologia de tração viria a prevalecer no futuro. Na publicação especulava-se que a tração elétrica poderia vir ser interessante para veículos de emergência e autocarros.
Relativamente aos autocarros referiu-se a publicação à combinação de motores de combustão para carregar as baterias dizendo que os progressos que a tecnologia teve nos últimos anos levam a crer que o sistema combustão-elétrico não é uma ideia tonta conforme se poderia supor. O artigo ainda citava que seria bom que os céticos relativamente aos veículos elétricos se lembrassem que as mesmas dúvidas haviam sido levantadas poucos anos antes relativamente aos carros com motor a gasolina.
O The Engineer fazia referencia que uma companhia chamada Cedes forneceu 14 carros elétricos para os bombeiros de Londres. Cinco destes carros eram ambulâncias com motores alojados nas rodas para reduzir às engrenagens de modo a necessitar de menos manutenção. Estes veículos atingiam 40km/h e podiam percorrer quase 100km com uma única carga.
Notícia original (aqui)
A tecnologia de veículos elétricos, que hoje está em amplo desenvolvimento e que é vista como um caminho para a redução das emissões de dióxido de carbono, defronta-se ainda com preconceitos e limitações no entanto esta tecnologia tem já uma longa história de mais de um século. Já em 1914 a publicação britânica The Engineer apresentou um artigo onde perspetivava que tipo de tecnologia de tração viria a prevalecer no futuro. Na publicação especulava-se que a tração elétrica poderia vir ser interessante para veículos de emergência e autocarros.
Relativamente aos autocarros referiu-se a publicação à combinação de motores de combustão para carregar as baterias dizendo que os progressos que a tecnologia teve nos últimos anos levam a crer que o sistema combustão-elétrico não é uma ideia tonta conforme se poderia supor. O artigo ainda citava que seria bom que os céticos relativamente aos veículos elétricos se lembrassem que as mesmas dúvidas haviam sido levantadas poucos anos antes relativamente aos carros com motor a gasolina.
O The Engineer fazia referencia que uma companhia chamada Cedes forneceu 14 carros elétricos para os bombeiros de Londres. Cinco destes carros eram ambulâncias com motores alojados nas rodas para reduzir às engrenagens de modo a necessitar de menos manutenção. Estes veículos atingiam 40km/h e podiam percorrer quase 100km com uma única carga.
Notícia original (aqui)
Wednesday, 24 September 2014
Resistência de Terra (parte 3)
Sistema de Terra com 2 ou mais Varetas em Linha
Aumentar o comprimento da vareta faz diminuir o valor de resistência de terra contudo não é suficiente para terrenos com grande resistividade. Nestes casos é necessário aumentar o número de varetas.
Aumentar o comprimento da vareta faz diminuir o valor de resistência de terra contudo não é suficiente para terrenos com grande resistividade. Nestes casos é necessário aumentar o número de varetas.
Onde:
d – distância entre varetas em (m)
n – Número de varetas
(Restante nomenclatura conforme Equação 1)
A equação 2 pode ser manipulada de maneira a introduzir um fator k que resulta do número de varetas selecionado e assim:
Tabela de seleção de k
|
Tabela
de seleção de k
|
||
|
Número de varetas
|
k
|
|
|
2
|
0,500
|
|
|
3
|
0,833
|
|
|
4
|
1,083
|
|
|
6
|
1,450
|
|
|
8
|
1,718
|
|
Admita-se então um terreno pedregoso com 200 Ω/m e varetas de 2m com 1,5cm de raio. Antes calculamos que com uma vareta obteriamos 0,99Ω. Os valores agora obtidos estão expressos na tabela abaixo para comprimentos de varetas de 2 e 4m:
|
Resistência
de Terra Ω
|
|||
|
Número de varetas
|
l=2m
|
l=4m
|
|
|
2
|
55,28
|
33,06
|
|
|
3
|
39,21
|
24,40
|
|
|
4
|
30,73
|
19,62
|
|
|
6
|
21,79
|
14,38
|
|
|
8
|
17,05
|
11,49
|
|
Tuesday, 23 September 2014
Newcastle tem novo laboratório de 2 milhões para Smart Grid Technology
Um grupo de investigação da Universidade de Newcastle recebeu um laboratório novo no valor de 2 milhões de libras para estudar como as Smart Grid Technology (SGT) respondem a situações de emergência.
As SGT denominam o conjunto de software e hardware usado para gerir, controlar e automatizar as redes de distribuição de energia. No caso particular este laboratório construído em parceria com a Siemens, fornecedora deste tipo de soluções, vai permitir aos investigadores usar dados reais da rede energética para fazer testes em laboratório de como o equipamento se comporta em casos extremos de demanda ou avarias.O laboratório permite assim fazer testes comportamentais sem no entanto afetar o funcionamento da rede.
O projeto não vai ficar apenas refém dos algoritmos da Siemens, mas também vai permitir fazer testes a sistemas de outros fabricantes possibilitando ajustes e correções aos algoritmos dos fabricantes.
As SGT é um tipo de tecnologia que permite racionalizar as redes energéticas e é uma importante ajuda na redução das emissões de carbono.
O novo laboratório de Newcastle inclui um veículo elétrico e uma máquina de lavar inteligente que os investigadores podem usar para estudar de que forma estes equipamentos podem ser manipulados para ajudar a regular a demanda das redes elétricas. Por exemplo, as baterias dos carros elétricos podem ser usadas para armazenar energia e mais tarde devolver essa mesma energia à rede em casos de picos de consumo, também a máquina de lavar pode ser programada para atrasar o ciclo de lavagem em momentos críticos da demanda.
O Reino Unido investe milhões neste tipo de projetos, contudo já vai atrasado em relação a países como o Canadá.
As SGT é um tipo de tecnologia que permite racionalizar as redes energéticas e é uma importante ajuda na redução das emissões de carbono.
O novo laboratório de Newcastle inclui um veículo elétrico e uma máquina de lavar inteligente que os investigadores podem usar para estudar de que forma estes equipamentos podem ser manipulados para ajudar a regular a demanda das redes elétricas. Por exemplo, as baterias dos carros elétricos podem ser usadas para armazenar energia e mais tarde devolver essa mesma energia à rede em casos de picos de consumo, também a máquina de lavar pode ser programada para atrasar o ciclo de lavagem em momentos críticos da demanda.
O Reino Unido investe milhões neste tipo de projetos, contudo já vai atrasado em relação a países como o Canadá.
Sunday, 21 September 2014
Mulheres Engenheiras na Indústria - Reino Unido
Na última década têm entrado mais mulheres para a industria contudo o número pouco aumentou e é o mais baixo da Europa. Nos últimos cinco anos a percentagem tem rondado os 6%. Os estudos indicam que o número das mulheres que saem da indústria é muito elevado o que tem travado um crescendo de engenheiros femininos na indústria. Acredita-se porém que nos próximos anos este número venha a aumentar.
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