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Monday, 15 September 2014

Inteligência têxtil

in http://www.portugaltextil.com/

As empresas e instituições portuguesas continuam a dar cartas no campo da investigação e desenvolvimento, com a área dos chamados têxteis técnicos – dos fios ao vestuário – a mostrar elevado dinamismo e a atrair grandes players internacionais para o nosso país.



Vestuário com gestão de humidade e termorregulação, meias que monitorizam sinais vitais, malhas com proteção UV, tecidos aquecidos para o interior de automóveis, fios antiodores e toalhas de mesa que repelem a sujidade são apenas alguns dos produtos que saem da indústria têxtil e vestuário nacional para o mundo. Um know-how que tem vindo a ser explorado até pelas mais tradicionais empresas, muitas vezes em parceria com centros de I&D, nomeadamente o Citeve, o Centi e o 2C2T da Universidade do Minho.

Na primeira edição do Jornal Têxtil depois da “silly season”, damos destaque aos têxteis “inteligentes” em Portugal e à sua evolução no mundo e apresentamos alguns dos projetos que estão a marcar o sector, nomeadamente as novas apostas da Ert, desvendadas em discurso direto pelo seu diretor de inovação, Fernando Merino.

A inovação tecnológica é, de resto, uma das áreas que as empresas portuguesas deverão desenvolver para prosperar, de acordo com o novo Plano Estratégico para o “Cluster Têxtil Moda 2020”, que será formalmente apresentado no Fórum da Indústria Têxtil, na Alfândega do Porto, no próximo dia 24 de setembro. Um documento pensado por Paulo Vaz, diretor-geral da ATP - Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, que antecipa, em entrevista, as estratégias e ações do novo plano para o sector.

Segundo Paulo Vaz, o design é outro dos pontos essenciais para a indústria têxtil e vestuário nacional. Por isso, nesta edição de setembro apresentamos as tendências compiladas pelo WGSN para o denim do outono-inverno 2015/2016 e dissecamos as propostas da moda de homem para a primavera-verão 2015 que desfilaram nas passerelles de Milão e Paris.

Fique ainda a par do reforço da expansão internacional da Arco Têxteis e do novo mercado de eleição da especialista em têxteis-lar Home Flavours, prepare-se para a conquista do mundo planeada pela marca Blackspider e conheça os fatores por detrás do sucesso de 25 anos da especialista em felpos bordados Finera. Revelamos ainda a nova parceria da Lona com uma conhecida designer portuguesa, os produtos inovadores da Ana Sousa, os projetos online da marca Glüen, a investida além-fronteiras planeada pelo criador Ricardo Preto para a sua primeira linha e a nova vida da Modalfa, a marca de retalho da Sonae, rebatizada simplesmente Mo.

Setembro marca ainda o regresso dos grandes certames internacionais, como a Texworld e a Apparelsourcing Paris, assim como o incontornável salão português Modtissimo, que, integrado na Porto Fashion Week, promove, nesta edição, um encontro entre a moda e a sétima arte. Saiba ainda o que pode encontrar na 12.ª edição da Maroc in Mode, que se realiza em outubro, e prepare as suas próximas viagens com o auxílio da nossa agenda de feiras.

As novidades de empresas internacionais de renome, como a Nike, Hanesbrands, Gildan e Ikea, também não faltam a esta edição, onde pode ainda encontrar os dados mais recentes sobre mercados, a conjuntura, o comércio internacional e as matérias-primas.

Friday, 12 September 2014

YuMi - Nova Geração de Robôs ABB

Em 1961 a General Motors estreou o primeiro braço robótico usado na industria. A visão quase irreal na época transformou a industria automóvel por completo. Contudo a tecnologia robótica está apenas ao alcance das grandes industrias mas a ABB está empenhada em mudar o cenário.


O YuMi é um duplo braço robótico da ABB que foi projetado para a montagem de pequenas peças. Até agora os robôs têm de operar fora dos limites humanos mas o YUMi é diferente pois foi concebido para operar lado a lado com parceiros humanos. Ele pode sentir e ver e tem braços acolchoados para não ferir os colegas de trabalho. O YuMi segundo os responsáveis da ABB está numa nova era da automação industrial e faz parte de uma nova geração de robôs de baixo custo.


What Is Eddy Current? (VIDEO)

Mostramos um video TutorVista explicado o que é a corrente Eddy.

Thursday, 11 September 2014

O que é um bom valor de resistência de terra?

baseado em http://electrical-engineering-portal.com/



Um bom valor da resistência de terra seria zero, contudo por razões físicas e económicas devemos ter um valor tão baixo quanto possível.

No setor das telecomunicações tem-se adotado o valor de 5 ohms ou menos como sendo o valor ideal. O IEEE também recomenda um valor de terra de 5 ohms ou menos.

Note-se que quanto menor o valor de terra mais segura é a instalação e mais garantia de bom funcionamento a mesma oferece.

Finalmente deve sempre obedecer ao valor fixado pela legislação.

Monday, 8 September 2014

A Inspiração no Desporto para a Eficiência na Indústria

Na indústria, com frequência, há dificuldades em criar mecanismos de motivação nos operários em especial nas tarefas menos especializadas. O trabalho repetitivo e o salário, geralmente o mais baixo dentro da organização, criam problemas de autoestima por vezes difíceis de superar. Em consequência surgem problemas de falta de produtividade e qualidade.

Os perfis de liderança são forçados a conseguir gerir esta realidade e têm que encontrar mecanismos que incrementem a autoestima. A inspiração nos valores do desporto pode ser uma solução eficaz.

O desporto é uma "linguagem" próxima dos operários e em si encerra valores como o trabalho em equipa e cumprimento de objetivos que se transpostos para a realidade industrial pode trazer mais eficiência. O atletismo por exemplo, em si é repetitivo e enfadonho, porém o atleta treina todos os dias para se superar si próprio e quebrar os seus próprios recordes. Essa é sua primeira satisfação, contudo não inteiramente suficiente o atleta treina para colocar a sua equipa no pódio, ser melhor do que os outros e claro para receber a taça e só assim o ciclo fica fechado.

Ordem dos Engenheiros preocupada com falta de candidatos a cursos de engenharia civil

in http://www.rtp.pt/


Entrevista Antena 1 aqui





Sandra Henriques08 Set, 2014, 10:03 / atualizado em 08 Set, 2014, 10:15

O bastonário da Ordem dos Engenheiros, Carlos Matias Ramos, mostra-se preocupado com a redução acentuada de candidatos aos cursos de engenharia civil na primeira fase de acesso ao Ensino Superior e atribui esta situação à falsa ideia de que a construção civil é a única saída profissional desta área de estudos.


Em declarações ao jornalista da Antena 1 Nuno Rodrigues, o bastonário da Ordem dos Engenheiros afirma que “a forma como está a ser tratada a área da construção e a conotação que é feita com a engenharia civil fez com que se tivesse a imagem na sociedade de que não valia a pena ir para este curso”.

“A crise imobiliária faz com que se refiram notícias frequentemente de que são ofertas de emprego com valores de 500, 600, 700 euros. Isto é desmobilizador. Não é indicativo da generalidade da engenharia civil. A engenharia civil não é só construção”, frisa Carlos Matias Ramos.

O responsável antevê consequências graves para o país ao argumentar que Portugal corre o risco de ficar sem profissionais nesta área, numa altura em que está anunciado um plano de infraestruturas fundamental para o desenvolvimento do território.

Os cursos de engenharia abriram 9.022 vagas, o mesmo número de lugares que foi disponibilizado em 2013, só que este ano houve menos 401 estudantes a escolher um curso desta área como primeira opção. A quebra do número de candidatos aos cursos de engenharia é sobretudo visível no caso da engenharia civil, em que metade dos cursos ficaram sem qualquer aluno na primeira fase.

Saturday, 6 September 2014

Estratégias para Automatização de uma Planta Industrial



Baseado em http://electrical-engineering-portal.com/

Perceber e simplificar são os primeiros passos para a automatização de processos. Procedimentos similares são sugeridos em literatura especializada mas nenhum tem tanto foco como este título.

1. Perceber o processo existente
2. Simplificar o processo
3. Automatizar o processo

Pode acontecer que a automatização não seja absolutamente necessária ou não se justifique economicamente depois do processo de simplificação. Contudo se concluir que a automatização é uma solução capaz de incrementar a produtividade e a qualidade, ou qualquer outro parâmetro importante. As 10 estratégias que se seguem são um guia para o processo de automatização e constituem um cheklist de possibilidades para implementação de um sistema de produção com vista à sua simplificação ou automatização, elas podem ser consideradas mutuamente ou de forma exclusiva.



1 Especializar Operações

A primeira estratégia consiste em usar equipamento especializado e dedicado para a realização de uma determinada tarefa com a maior eficiência possível. É análogo ao conceito de especialização do trabalho para melhorar a produtividade.

2 Combinação de Operações

Em produção ocorrem sequências de operações muitas vezes complexas que por vezes podem requerer dezenas ou centenas de etapas de processamento. A combinação de operações consiste em agrupar várias operações numa mesma máquina ou estação de trabalho.

Desta maneira uma mesma máquina pode realizar várias operações reduzindo o número de máquinas separadas e muito provavelmente reduzindo também o tempo de set-up.O tempo de manuseio de materiais também é reduz.

3 Simultaneidade de Operações

Uma consequência lógica da estratégia de produção anterior é a realização em simultâneo de operações numa estação de trabalho. Com efeito dois ou mais processamentos são realizados em simultâneo reduzindo o tempo total de processamento.

4 Integração de Operações


Outra estratégia é ligar várias estações de trabalho num só mecanismo integrado utilizando dispositivos de manuseio (tapetes rolantes, braços robóticos, etc...) para transferir o produto entre estações.

Combinando várias estações de trabalho pode conseguir-se que várias partes possam ser processadas em simultâneo aumentando a capacidade do sistema.

5 Incrementar Flexibilidade

O conceito de automatização flexível também pode ser usado, esta estratégia prevê a utilização do mesmo equipamento ou estação de trabalho para a realização de várias tarefas. Consegue-se assim reduzir o número de estações de trabalho, em alguns casos também o tempo de set-up das máquinas.

Note-se contudo que esta estratégia pode não ser muito adequada em situações de um grande volume de trabalho.

6 Melhoria de Manuseamento e Armazenamento de Materiais

O uso de sistemas de manuseamento e armazenagem automatizados são uma oportunidade para reduzir os tempos de produção

7 Inspeção em Linha

Tradicionalmente a inspeção para efeitos de controlo de qualidade é executada no fim da linha ou seja quando o processo está completo. Isto significa que se o produto tiver de ser rejeitado ou fica sujeito a reprocessamento ou vai para "sucata".

Se incorporar a inspeção na linha de produção isso vai permitir recuperar o produto com menor reprocessamento, ou se tiver que o rejeitar pode optar por não finalizar o processo ou adicionar menor valor produtivo caso venha a ser uma 2ª escolha.

8 Controlo do Processo e Otimização
Prever um rigoroso esquema de controlo do processo que incida sobre as operações individuais e eficiência das máquinas. Desta forma os tempos individuais de processo vão estar controlados e podem ser reduzidos

9 Controlo de Operações na Planta

A estratégia anterior foca-se no controlo dos processos individuais, em oposição esta incide sobre o controlo da planta produtiva tentando gerir e coordenar as operações agregadas da planta industrial de forma mais eficiente. A sua implementação, regra geral, envolve instalação de um alto nível de redes de computadores.

10 Produção Integrada por Computador

Eleva a estratégia anterior a um nível superior integrando todas as operações da fábrica e as funções de negócio da empresa num complexo projeto de engenharia com uso intensivo de aplicações informáticas, bases de dados informáticas e redes de computadores.


Intel lança Core M


http://exameinformatica.sapo.pt/



A Intel aproveitou a IFA, a feira de eletrónica de consumo que decorre em Berlim, para lançar oficialmente o processador Core M



O Core M, também conhecido pelo nome de código Broadwell, é apresentado pela Intel como o processador mais eficiente de sempre, necessitando apenas de 4,5 watts para funcionar.
O Core M vai ser aproveitado pelos fabricantes para criar portáteis mais finos e leves, muitos dos quais híbridos (tablet e portátil).

A Acer, a Asus, a HP, a Lenovo e a Toshiba já confirmaram o lançamento de máquinas dois em um. Espera-se que os primeiros modelos cheguem ao mercado já no próximo mês de outubro.
De acordo com informações da Intel, o Core M não vai precisar de dissipação de calor ativa (ventoinha) e vai permitir duplicar a bateria relativamente aos sistemas Core atuais de desempenho equivalente.

O processador Intel Core M está disponível em várias versões: os processadores Intel Core M-5Y10/5Y10a até 2.0 GHz e o processador Intel Core M-5Y70 até 2,6 GHz. O Core M-5Y70 é o processador Core M com a performance mais elevada e está também disponível com a tecnologia profissional 2 em 1 Intel vPro, com funcionalidades de segurança embutida, de forma ajudar a proteger os dados, a identidade dos seus utilizadores e o acesso à rede.

Friday, 5 September 2014

O engenheiro empreendedor: um perfil raro na indústria


in http://blogdaengenharia.com/

Desde o momento que ingressamos em um curso de engenharia, em qualquer universidade do país, somos advertidos sobre as características essenciais de um engenheiro no mercado de trabalho, tais como a liderança, trabalho em equipe e empreendedorismo entre tantas outras. Ao mesmo tempo, também, nos deparamos com o excesso de disciplinas técnicas (principalmente nos anos iniciais) e muitas vezes nada agradáveis.

A grande questão neste caso é: somos preparados como líderes e empreendedores na mesma proporção que somos treinados na área técnica?

Antes de dar continuidade à questão, eis alguns dados da engenharia no Brasil:



Fonte: Folha de S. Paulo

Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o número de estudantes matriculados em engenharia cresceu até 67% nos últimos anos. Porém, o problema é bem mais grave do que a quantidade ainda escassa de profissionais. Segundo a entidade, a grande maioria dos recém-formados possuem traços claros de uma formação ainda deficiente.

O ensino da engenharia ainda é considerado um dos fatores que limitam a eficiência industrial do país. Faltam disciplinas que incentivem claramente a criatividade, empreendedorismo e senso de inovação nos estudantes, sem deixar de lado a boa formação técnica.

A sugestão do CNI é promover uma atualização no currículo das universidades com foco nas características essenciais do perfil do engenheiro atual, além da criação de uma possível “residência”, como nos cursos de medicina, para engenheiros recém-formados. A prática já acontece no ITA e Embraer.

Uma referência na relação do empreendedorismo com a engenharia é a Olin College, em Needham (EUA), cuja missão central é formar engenheiros criativos e inovadores. Neste modelo de curso, os alunos aprendem na prática com uma rede de proteção de projetos que vão sendo retiradas pelos professores ao longo do curso. No último ano, o aluno lida diretamente com clientes reais em seu projeto com os professores atuando como conselheiros.

Segundo Stephen Schiffman, um dos criadores do currículo da escola, “você tem que ser empreendedor no seu trabalho. Você não pode só ficar lá e aceitar o que pedem para você fazer, seja você um engenheiro ou um artista”.

No Brasil, a maior parte das universidades ainda está distante deste modelo. A pergunta continua sendo: somos treinados como empreendedores na mesma proporção que somos formados como técnicos?

Gestão da Manutenção - Técnicas (II)

Manutenção Preditiva

O conceito de gestão de manutenção preditiva não é propriamente novo. O princípio baseia-se na regular monitorização das condições mecânicas/elétricas de funcionamento, eficiência produtiva entre outros parâmetros que se possam achar relevantes. Da análise do resultado da monitorização poderá ser decidido a intervenção de manutenção, assim o intervalo entre manutenções não é rígido e passa a estar condicionado pelas reais condições de operacionalidade dos equipamentos.

Na verdade a manutenção preditiva pode entender-se como manutenção preventiva cujas intervenções em lugar de serem executadas em intervalos regulares passam a estar dependentes dos resultados de monitorização. Assim os parâmetros críticos dos equipamentos passam esses a ser monitorizados a intervalos regulares, por exemplo para transformadores elétricos a qualidade do óleo e a temperatura dos enrolamentos são parâmetros críticos que devem obedecer a um plano de monitorização e com base nos resultados o engenheiro de manutenção toma a decisão de quando efetuar a retirada de serviço para eliminar eventual problema.

De modo semelhante os motores elétricos devem ser monitorizados quanto a vibrações, velocidade, corrente nos enrolamentos, temperatura de enrolamentos, etc... Assim para outros equipamentos deve ser listados os parâmetros e partes a monitorizar. Um bom princípio é recorrer ao plano de manutenção proposto pelo fabricante e daí adaptar para o método de manutenção preditiva.

Claro que muitas condições de operação para serem monitorizadas implicam a paragem e desmontagem de partes de máquinas. Para esses casos é necessário ponderar a forma de o fazer, imagine-se que para monitorizar o estado de uma roda dentada, identificada como crítica, é necessário desmontar um complexo grupo mecânico. Provavelmente pode ser economicamente vantajoso a mudança direta da roda dentada, contudo o resultado da monitorização que, suponha-se indica que a roda ainda oferece garantia de bom funcionamento por mais 6 meses, condicionará a sua próxima substituição num prazo mais alargado.

Os dados das monitorizações devem ser registados para tratamento estatístico. O resultado deste tratamento deverá ser usado para prever intervenções e muito importante adaptar as existências de stock. Os dados das monitorizações devem ser usados para análise holística, os comportamentos e tendências devem ser entendidos assim como a sua relação com as avarias. Essa é a grande vantagem deste método que permite um sistema de gestão implementado passo a passo tendencialmente mais eficiente.