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Wednesday, 4 March 2015

Quando o Engenheiro se torna gestor

Neil Lewin é formador e gestor da Festo e falou à revista The Engineer sobre a ascensão dos engenheiros a cargos de chefia.

Em nossas mentes está muito frequentemente um conceito errado, o de que para progredir na carreira é preciso alcançar cargos de chefia. É por isso preciso perguntar-nos a nós próprios porque pensamos assim? Isso desvaloriza o profissional técnico altamente especializado e com qualidades de saber fazer. Por outro lado o engenheiro gestor necessita de competências e formação bem diferenciada do engenheiro com cargos técnicos. Um estudo recente da Festo indica que os profissionais técnicos são os menos propensos a um bom desempenho em relações interpessoais e dos que têm menos auto-confiança.

Tuesday, 3 March 2015

5 dicas de como falar em público


O Blog da Engenharia http://blogdaengenharia.com/ apresenta um pertinente artigo para os profissionais de engenharia, assim como para qualquer pessoa em geral. 5 dicas de como falar em público. Fazemos a transcrição:

1. Planeje

Trace um plano da sua apresentação com certa antecedência; monte a estrutura do seu trabalho e pense em como você pode passar sua mensagem apropriadamente. Assim como livros, em apresentações orais a forma como você inicia pode prender totalmente o ouvinte ou, ao contrário, dispersá-lo: para conseguir a atenção você pode iniciar com alguma estatística, frase ou fato de interesse e que pertença ao assunto que você irá abordar.

Monday, 23 February 2015

Looking a new HeroEngineer - The New MacGyver


MacGyver continua a inspirar milhões em todo o mundo, Quem não se lembra do herói que usa as bases da engenharia para vencer os vilões e ajudar quem mais precisa?

A geração que se aproxima dos 40 não o esquece e por isso há projectos para o trazer de novo para a televisão... Não será certamente o mesmo MacGyver e muito provavelmente será uma mulher e também é possível que não seja de cor branca. O perfil ainda não está definido mas é já tema para uma competição. Next MacGyver Competition, procura ideias para a nova série e promete 5 vencedores com um prémio de 5.000 Dólares cada e a possibilidade de participar na produção da nova série.

Thursday, 22 January 2015

Sócrates: 7 Lições de liderança da intrigante personalidade de um zé-ninguém de que todos falam mas ninguém conhece

Transcrevemos artigo  daqui (Portal da Liderança)


Nunca na história houve uma personalidade mais intrigante do que a de Sócrates. O ancião filósofo grego muito teve a dizer de extremamente relevante para a vida atual. Os seus conselhos são certeiros para o desenvolvimento da liderança nos tempos modernos.


No entanto, os historiadores não têm a certeza de que Sócrates tenha realmente existido. De facto, pode ser mesmo um zé-ninguém. Não há provas de que tenha escrito coisa alguma. Tudo o que sabemos sobre Sócrates foi escrito por outros que dizem tê-lo conhecido, entre eles alguns nomes de personalidades conhecidas da história grega, como Platão e Aristóteles.

Monday, 15 December 2014

Ordem dos Engenheiros - Sonha e Faz

A Ordem dos Engenheiros publicou no final do passado mês de Novembro um video promocional que visa captar estudantes para os cursos de engenharia.

Curiosamente este blog publicou recentemente (sem conhecer ainda o video da Ordem dos Engenheiros) um video de Julho deste Ano da Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo onde o Professor José Roberto Cardoso dá uma aula de Introdução à Engenharia onde enfatiza as características de um profissional de engenharia - Acredito que o caminho é mais por aí.


Friday, 12 December 2014

Engenharia - Perfil do Engenheiro

Qual o lugar da engenharia na sociedade? Qual a sua importância? E o engenheiro, qual o perfil na era atual? Que competências de liderança?

O video que aqui se apresenta é não só um guia para futuros engenheiros, mas também um memorando para os profissionais de engenharia para reencontro das origens e essência do que deve ser a sua atividade.




A UNIVESP, Universidade Virtual do Estado de São Paulo, mantém no Youtube um basto acervo de vídeos sobre ensino de engenharia.

Thursday, 9 October 2014

Engenheiros e o Ebola


Escusado será descrever o drama humano que o vírus do Ebola está a provocar em especial em algumas zonas de África, contudo torna-se importante abordar onde a engenharia, em especial a engenharia civil, pode determinar a minimização das consequências. Carmen Paradiso é o conselheiro sobre água e saneamento para o International Medical Corps , o qual afirma que o surto requer engenheiros para ajudar na conceção, construção, manutenção e operação de instalações de saúde e unidades de isolamento.

Tais unidades são vistas como essenciais nas comunidades onde ocorrem os surtos e Carmen Paradiso diz mesmo que a sua ONG tem um interesse especial em engenheiros civis habilitados para soluções de água e saneamento. Os EPI’s são outro tema central no combate ao vírus e o mesmo fala que também aqui os engenheiros são importantes para formar os profissionais de saúde na sua correta utilização e supervisão do uso e manuseamento.

Wednesday, 1 October 2014

Mais Engenharia - Solicitação de Apoio

Solicitação de Apoio para candidatura aos Orgãos Sociais da Ordem dos Engenheiros

Caro(a) Colega,

Somos um grupo de colegas que conjuntamente com mais colegas de várias regiões e especialidades, estiveram na genesis do movimento mais engenharia, espaço que se formou e tem crescido nas redes sociais. Neste momento, engloba mais de 7000 membros, na sua maioria Engenheiros, das mais diversas especialidade e regiões. Ao longo dos últimos anos, temos promovido várias iniciativas na defesa e promoção da Engenharia Portuguesa, nomeadamente entre outras as palestras sobre temas atuais e de interesse para todos os colegas.

Das iniciativas realizadas em 2014, destacamos as seguintes:
1- Penafiel, a Empregabilidade e Empregabilidade precária,
2- Cluster do Mar em Oeiras
e das preparadas até ao fim do ano:
1- Famalicão a “Reindustrialização- O papel da Engenharia”;
2- “Sustentabilidade e Competitividade”; na região de Lisboa e
3- “Smart Cities” em Coimbra.

Participamos e apoiamos vários eventos, como a apresentação do livro “Portugal Pós-Troika”, na AIP-Lisboa e no Porto Business School, presenças na comunicação social SIC e Diário Económico e imprensa local, bem como nos eventos e Assembleias OE, onde sempre que possível temos vincado a nossa posição apresentando propostas pró-activas.

Dispomos de uma edição digital, o magazine "+Engenharia" de distribuição electrónica e gratuita, já com mais de 5000 mil leitores, estando em preparação quarta edição, bem como um blog e um grupo no linkedin.
Todos somos poucos, mas uma nova liderança na nossa Ordem contribuirá decididamente para a prosperidade e evolução de Portugal. As responsabilidades da nossa Ordem, deverão ir para além de confraternizações.

A Ordem deve pugnar para que os Engenheiros, sejam um dos pilares do crescimento sustentado para o País, nomeadamente na Reindustrialização, a optimização de Energia, na redescoberta do Mar como fonte de riqueza e crescimento, na renovação urbana, entre outros.
A forma como estão a ser geridos processos como o reconhecimento da actividade de colegas no Brasil, o diferendo com a ANET, que teve como epilogo a criação da OET, e mais recentemente a forma como está a ser gerida a revisão estatutária, leva-nos a tomar a decisão de reunir apoios, solicitar contributos e disponibilidade para o trabalho preparatório com vista à constituição de um programa e de uma equipa a apresentar às próximas eleições da Ordem dos Engenheiros, que se realizarão previsivelmente no prazo máximo de três meses, após aprovação dos novos estatutos segundo fontes governamentais.

Tomando em consideração igualmente o QREN 2020, deveremos ter com a sua nova abordagem um pilar de sustentabilidade da Europa, na qual Portugal deve ser capaz de aproveitar totalmente na recriação das bases de um novo ciclo inspirando novos ventos para uma Classe que se quer integrante e ativa nestes novos desafios

Pretendemos construir um programa moderno, equilibrado e sustentável que responda aos reais desafios da Engenharia e dos Engenheiros, contribuindo para uma dignificação da Classe elevando-a o nível a que ela merece.
Pretendemos fazê-lo de forma, o mais aberta e participativa possível.
Solicito ao colega contributos para o programa, disponibilidade para integrar o projecto e indicações de apoios, bem como a participação nas nossas iniciativas.

Cumprimentos
Paulo Bispo Vargas
Joaquim Nogueira de Almeida
Carlos Rebelo da Silva
Email: geral@maisengenharia.pt



O apoio dos colegas é uma prova de que a consciência profissional e de cidadania existe na nossa classe.
Precisamos de divulgar e consciencializar mais, para que todos os colegas participem numa mudança que se exige neste tempos de profunda alteração da forma de ver a nossa classe. O facto de a industria de construção não ser neste momento o motor do país é um apelo à requalificação e internacionalização dos colegas desta área mas antes de mais uma abertura para o crescimento de todas as outras engenharias.
A Reindustrialização, a exploração de recursos naturais, o Mar, a eficiência Energética entre outras, são áreas que apesar de multidisciplinares exigem o crescimento de TODAS as engenharias.
Colegas, esta é uma hora de mudança, tomai consciência e iniciativa de fazer parte dessa mudança, dando o apoio ao nosso movimento + ENGENHARIA,

Sunday, 21 September 2014

Mulheres Engenheiras na Indústria - Reino Unido


O The Engineer adianta que no Reino Unido ainda há poucos engenheiros do sexo feminino a trabalhar na indústria apesar das campanhas que têm sido feitas. Lamentavelmente as mulheres ainda estão sub-representadas.

Na última década têm entrado mais mulheres para a industria contudo o número pouco aumentou e é o mais baixo da Europa. Nos últimos cinco anos a percentagem tem rondado os 6%. Os estudos indicam que o número das mulheres que saem da indústria é muito elevado o que tem travado um crescendo de engenheiros femininos na indústria. Acredita-se porém que nos próximos anos este número venha a aumentar.

Friday, 19 September 2014

Estudo Engenheiros 2014 - Brasil vs Portugal


No Brasil, onde é assumido que faltam engenheiros no mercado de trabalho, os recém-formados também se queixam das dificuldades em entrar no mundo laboral. Segundo a consultora Carreira Muller a razão do paradoxo está nos salários. Um engenheiro maduro aufere um salário médio de R$8.000 sendo um colega em início de carreira tem um salário mensal de cerca de R$6.100, assim as empresas preferem contratar profissionais maduros em lugar de arriscar a contratação de engenheiros inexperientes para assumir decisões técnicas.

No Brasil o salário dos engenheiros em início de carreira está estabelecido pela Lei Federal em 6 salários mínimos por cada 6 horas de trabalho diárias e é constantemente fiscalizado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia. Uma realidade completamente distinta da portuguesa onde não são conhecidas sequer tabelas de recomendação. O Real está fixado em aproximadamente 0,327Eur pelo que um engenheiro saído da universidade no Brasil vai ganhar 2.000Eur mensais. Nas mesmas condições as empresas portuguesas estão a oferecer aproximadamente 1,2 vezes o salário mínimo, ou seja entre 600 a 700Eur.

Friday, 5 September 2014

O engenheiro empreendedor: um perfil raro na indústria


in http://blogdaengenharia.com/

Desde o momento que ingressamos em um curso de engenharia, em qualquer universidade do país, somos advertidos sobre as características essenciais de um engenheiro no mercado de trabalho, tais como a liderança, trabalho em equipe e empreendedorismo entre tantas outras. Ao mesmo tempo, também, nos deparamos com o excesso de disciplinas técnicas (principalmente nos anos iniciais) e muitas vezes nada agradáveis.

A grande questão neste caso é: somos preparados como líderes e empreendedores na mesma proporção que somos treinados na área técnica?

Antes de dar continuidade à questão, eis alguns dados da engenharia no Brasil:



Fonte: Folha de S. Paulo

Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o número de estudantes matriculados em engenharia cresceu até 67% nos últimos anos. Porém, o problema é bem mais grave do que a quantidade ainda escassa de profissionais. Segundo a entidade, a grande maioria dos recém-formados possuem traços claros de uma formação ainda deficiente.

O ensino da engenharia ainda é considerado um dos fatores que limitam a eficiência industrial do país. Faltam disciplinas que incentivem claramente a criatividade, empreendedorismo e senso de inovação nos estudantes, sem deixar de lado a boa formação técnica.

A sugestão do CNI é promover uma atualização no currículo das universidades com foco nas características essenciais do perfil do engenheiro atual, além da criação de uma possível “residência”, como nos cursos de medicina, para engenheiros recém-formados. A prática já acontece no ITA e Embraer.

Uma referência na relação do empreendedorismo com a engenharia é a Olin College, em Needham (EUA), cuja missão central é formar engenheiros criativos e inovadores. Neste modelo de curso, os alunos aprendem na prática com uma rede de proteção de projetos que vão sendo retiradas pelos professores ao longo do curso. No último ano, o aluno lida diretamente com clientes reais em seu projeto com os professores atuando como conselheiros.

Segundo Stephen Schiffman, um dos criadores do currículo da escola, “você tem que ser empreendedor no seu trabalho. Você não pode só ficar lá e aceitar o que pedem para você fazer, seja você um engenheiro ou um artista”.

No Brasil, a maior parte das universidades ainda está distante deste modelo. A pergunta continua sendo: somos treinados como empreendedores na mesma proporção que somos formados como técnicos?

Monday, 1 September 2014

Ordem dos Engenheiros para todas a Especialidades

A engenharia, por definição, é o conjunto de técnicas e métodos para aplicação do conhecimento científico na planificação, criação e manutenção de estruturas, máquinas e sistemas para benefício humano, assim na sociedade a engenharia tem um papel central tanto do ponto de vista económico como no bem-estar da própria humanidade. A engenharia enquanto setor no domínio económico é uma das que, senão mesmo a que, mais-valias pode gerar para o país. Casos como a da Alemanha refletem muito da sua economia na capacidade que a engenharia tem em retribuir com a geração de riqueza, seja no setor automóvel, eletrónico ou construção de maquinaria. A China também, muitas vezes conotada, negativamente tem uma forte aposta no setor da engenharia e só assim se pode entender a “mega industria” em que a mesma se tornou.

Não obstante a importância da engenharia, os engenheiros enquanto classe profissional funcionam isoladamente e poucos são os que reconhecem a Ordem dos Engenheiros como organização necessária ao exercício da sua atividade, compare-se pois a quantidade de licenciados em engenharia e os inscritos na Ordem. Esta realidade existe porque a Ordem pouco mais regula do que a atividade em torno da Engenharia Civil e suas especialidades e por outro lado abstém-se de intervir quotidianamente na sociedade em áreas que são do seu domínio. Também há quem olhe para a Ordem como organização promotora de atividades de lazer para engenheiros.

Num momento crucial como o que vivemos fruto da grave crise económica em que o país mergulhou (e a Europa em geral) a Ordem dos Engenheiros deveria estar nas primeiras páginas apontando os seus profissionais como capazes de dinamizar projetos pertinentes, inovadores e geradores de riqueza; em contraste, apontando projetos despesistas e de retorno duvidoso; batalhando pela imagem social dos engenheiros; etc... A Ordem dos Engenheiros tem que ser mais pró-ativa e crítica, deve reinventar-se na sua atuação e organização interna.

Por razões históricas e outras perfeitamente compreensivas entende-se o cordão umbilical que a Ordem tem com o exercício da Engenharia Civil e suas especialidades, contudo tem que se abrir e promover os outros domínios da engenharia. Há anos que se ouve falar na definição dos atos de engenharia, é um caminho que julgo por fazer que certamente não é fácil e que levantará questões como; se o ato de programar só estiver legalizado para os engenheiros informáticos por que razão um autodidata não o pode fazer? Que implicação tem isso para a sociedade? Contudo fará sentido que se o software tiver que fazer prova de legal ou de segurança o mesmo tenha que ser certificado e o processo instruído por um engenheiro informático inscrito na Ordem. O mesmo tipo de raciocínio pode ser aplicado a outras especialidades.

Haverá no entanto regras mais genéricas que a Ordem pode exigir, por exemplo se uma empresa colocar um anúncio a pedir um engenheiro o lugar só deverá ser ocupado por um profissional inscrito na Ordem, de outra forma o cargo/função legalmente não deve ser anunciado com a designação ‘engenheiro’. A Ordem deve ainda exigir que para efeitos legais e de acesso a incentivos financeiros do Estado, as empresas a partir de determinada dimensão sejam obrigadas a apresentar organigramas cujos cargos onde as mesmas denominem como pré-requisito a licenciatura em engenharia façam prova de que os profissionais a exercer os respetivos cargos estejam inscritos na respetiva Ordem.

A Ordem dos Engenheiros tem que se esforçar por regular o exercício da profissão e pugnar pela qualidade dos profissionais. Deve por isso, à semelhança do que fazem outras Ordens, emitir pareceres quanto aos honorários/salários para acesso ao exercício da atividade. Para assegurar a qualidade dos profissionais a Ordem deve ter o poder para certificar os cursos de engenharia e obrigar à não denominação de engenharia a todos os quantos a mesma considere não terem qualidade para formar profissionais de engenharia, assim os titulares de cursos com a designação de engenharia passam a ter acesso direto à Ordem, é uma questão de transparência.


Em conclusão a Ordem dos Engenheiros mais do que nunca precisa de se afirmar na sociedade para impor regras a benefício do exercício da profissão e dos seus profissionais em todas as especialidades tendo como expressão última o benefício que a qualidade dos mesmos transfere para a sociedade. Outros itens poderiamos abordar como a formação dos engenheiros ao longo da vida e o papel que a Ordem deverá ter na mesma. Por fim o enquadramento da engenharia de modo transversal pensando nos profissionais inscritos em determinada especialidade e que a vida profissional por razões várias os empurrou para a aplicação da engenharia num conceito mais genérico.

Tuesday, 8 July 2014

O perfil de um estudante da área de Engenharia e Produção

in http://blogdaengenharia.com/



Os engenheiros são, por definição, pessoas de raciocínio lógico e habilidade em cálculos matemáticos prontas para solucionar problemas. Outra capacidade de seu perfil é a de saber transferir as ideias da prancheta para o mundo real, transformando números em processos eficientes e produtos funcionais.

Mas não basta ser bom apenas em exatas. “Atualmente, não é só gostar de física e matemática. O estudante precisa gostar de cultura e conhecer sistemas econômicos de outros países, como a China”, explica o professor José Roberto Cardoso, diretor da Escola Politécnica da USP (Poli/USP).


Ele também ressalta que esse não é um campo apenas para homens. “As mulheres precisam entender que engenharia também é para o sexo feminino, embora elas representem apenas 25% dos estudantes na Poli/USP. As mulheres têm vantagem se adaptarem facilmente e terem facilidade de se expressar”, afirma.

O professor José Roberto comentou outras características importantes para um bom engenheiro. Leia a entrevista:

Que competências e habilidades o estudante de Engenharia precisa ter?

O aluno deve ter um bom entendimento de ciências e fundamentos matemáticos, mas também de perspectivas sociais e econômicas. Ele precisa gostar de politica e economia e demonstrar conhecimento em tecnologia e computação. Também compreende o conceito de sustentabilidade e se preocupa com o meio ambiente.

E quais são as características mais importantes a quem decide seguir uma carreira nessa área?

Ao se formar, esse profissional vai trabalhar em uma equipe multidisciplinar, em um projeto globalizado. Ele não é mais aquele que fica no canto fazendo conta; agora, faz parte de um processo do qual participam profissionais de outras áreas.

Isso exige competências de liderança e planejamento de projetos, além de a pessoa precisar ser flexível e saber se comunicar bem, trabalhar em equipe e estar aberto a outras culturas. A criatividade também é fundamental para um engenheiro, pois faz parte de seu trabalho resolver problemas. E ter fluência em outra língua, de preferência somada à experiência em intercâmbios, também é muito importante.