Curiosamente este blog publicou recentemente (sem conhecer ainda o video da Ordem dos Engenheiros) um video de Julho deste Ano da Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo onde o Professor José Roberto Cardoso dá uma aula de Introdução à Engenharia onde enfatiza as características de um profissional de engenharia - Acredito que o caminho é mais por aí.
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Monday, 15 December 2014
Ordem dos Engenheiros - Sonha e Faz
A Ordem dos Engenheiros publicou no final do passado mês de Novembro um video promocional que visa captar estudantes para os cursos de engenharia.
Curiosamente este blog publicou recentemente (sem conhecer ainda o video da Ordem dos Engenheiros) um video de Julho deste Ano da Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo onde o Professor José Roberto Cardoso dá uma aula de Introdução à Engenharia onde enfatiza as características de um profissional de engenharia - Acredito que o caminho é mais por aí.
Curiosamente este blog publicou recentemente (sem conhecer ainda o video da Ordem dos Engenheiros) um video de Julho deste Ano da Univesp - Universidade Virtual do Estado de São Paulo onde o Professor José Roberto Cardoso dá uma aula de Introdução à Engenharia onde enfatiza as características de um profissional de engenharia - Acredito que o caminho é mais por aí.
Monday, 6 October 2014
Ingenium Julho/Agosto
Wednesday, 1 October 2014
Mais Engenharia - Solicitação de Apoio
Solicitação de Apoio para candidatura aos Orgãos Sociais da Ordem dos Engenheiros
Caro(a) Colega,
Somos um grupo de colegas que conjuntamente com mais colegas de várias regiões e especialidades, estiveram na genesis do movimento mais engenharia, espaço que se formou e tem crescido nas redes sociais. Neste momento, engloba mais de 7000 membros, na sua maioria Engenheiros, das mais diversas especialidade e regiões. Ao longo dos últimos anos, temos promovido várias iniciativas na defesa e promoção da Engenharia Portuguesa, nomeadamente entre outras as palestras sobre temas atuais e de interesse para todos os colegas.
Das iniciativas realizadas em 2014, destacamos as seguintes:
1- Penafiel, a Empregabilidade e Empregabilidade precária,
2- Cluster do Mar em Oeiras
e das preparadas até ao fim do ano:
1- Famalicão a “Reindustrialização- O papel da Engenharia”;
2- “Sustentabilidade e Competitividade”; na região de Lisboa e
3- “Smart Cities” em Coimbra.
Participamos e apoiamos vários eventos, como a apresentação do livro “Portugal Pós-Troika”, na AIP-Lisboa e no Porto Business School, presenças na comunicação social SIC e Diário Económico e imprensa local, bem como nos eventos e Assembleias OE, onde sempre que possível temos vincado a nossa posição apresentando propostas pró-activas.
Dispomos de uma edição digital, o magazine "+Engenharia" de distribuição electrónica e gratuita, já com mais de 5000 mil leitores, estando em preparação quarta edição, bem como um blog e um grupo no linkedin.
Todos somos poucos, mas uma nova liderança na nossa Ordem contribuirá decididamente para a prosperidade e evolução de Portugal. As responsabilidades da nossa Ordem, deverão ir para além de confraternizações.
A Ordem deve pugnar para que os Engenheiros, sejam um dos pilares do crescimento sustentado para o País, nomeadamente na Reindustrialização, a optimização de Energia, na redescoberta do Mar como fonte de riqueza e crescimento, na renovação urbana, entre outros.
A forma como estão a ser geridos processos como o reconhecimento da actividade de colegas no Brasil, o diferendo com a ANET, que teve como epilogo a criação da OET, e mais recentemente a forma como está a ser gerida a revisão estatutária, leva-nos a tomar a decisão de reunir apoios, solicitar contributos e disponibilidade para o trabalho preparatório com vista à constituição de um programa e de uma equipa a apresentar às próximas eleições da Ordem dos Engenheiros, que se realizarão previsivelmente no prazo máximo de três meses, após aprovação dos novos estatutos segundo fontes governamentais.
Tomando em consideração igualmente o QREN 2020, deveremos ter com a sua nova abordagem um pilar de sustentabilidade da Europa, na qual Portugal deve ser capaz de aproveitar totalmente na recriação das bases de um novo ciclo inspirando novos ventos para uma Classe que se quer integrante e ativa nestes novos desafios
Pretendemos construir um programa moderno, equilibrado e sustentável que responda aos reais desafios da Engenharia e dos Engenheiros, contribuindo para uma dignificação da Classe elevando-a o nível a que ela merece.
Pretendemos fazê-lo de forma, o mais aberta e participativa possível.
Solicito ao colega contributos para o programa, disponibilidade para integrar o projecto e indicações de apoios, bem como a participação nas nossas iniciativas.
Cumprimentos
Paulo Bispo Vargas
Joaquim Nogueira de Almeida
Carlos Rebelo da Silva
Email: geral@maisengenharia.pt
O apoio dos colegas é uma prova de que a consciência profissional e de cidadania existe na nossa classe.
Precisamos de divulgar e consciencializar mais, para que todos os colegas participem numa mudança que se exige neste tempos de profunda alteração da forma de ver a nossa classe. O facto de a industria de construção não ser neste momento o motor do país é um apelo à requalificação e internacionalização dos colegas desta área mas antes de mais uma abertura para o crescimento de todas as outras engenharias.
A Reindustrialização, a exploração de recursos naturais, o Mar, a eficiência Energética entre outras, são áreas que apesar de multidisciplinares exigem o crescimento de TODAS as engenharias.
Colegas, esta é uma hora de mudança, tomai consciência e iniciativa de fazer parte dessa mudança, dando o apoio ao nosso movimento + ENGENHARIA,
Caro(a) Colega,
Somos um grupo de colegas que conjuntamente com mais colegas de várias regiões e especialidades, estiveram na genesis do movimento mais engenharia, espaço que se formou e tem crescido nas redes sociais. Neste momento, engloba mais de 7000 membros, na sua maioria Engenheiros, das mais diversas especialidade e regiões. Ao longo dos últimos anos, temos promovido várias iniciativas na defesa e promoção da Engenharia Portuguesa, nomeadamente entre outras as palestras sobre temas atuais e de interesse para todos os colegas.
Das iniciativas realizadas em 2014, destacamos as seguintes:
1- Penafiel, a Empregabilidade e Empregabilidade precária,
2- Cluster do Mar em Oeiras
e das preparadas até ao fim do ano:
1- Famalicão a “Reindustrialização- O papel da Engenharia”;
2- “Sustentabilidade e Competitividade”; na região de Lisboa e
3- “Smart Cities” em Coimbra.
Participamos e apoiamos vários eventos, como a apresentação do livro “Portugal Pós-Troika”, na AIP-Lisboa e no Porto Business School, presenças na comunicação social SIC e Diário Económico e imprensa local, bem como nos eventos e Assembleias OE, onde sempre que possível temos vincado a nossa posição apresentando propostas pró-activas.
Dispomos de uma edição digital, o magazine "+Engenharia" de distribuição electrónica e gratuita, já com mais de 5000 mil leitores, estando em preparação quarta edição, bem como um blog e um grupo no linkedin.
Todos somos poucos, mas uma nova liderança na nossa Ordem contribuirá decididamente para a prosperidade e evolução de Portugal. As responsabilidades da nossa Ordem, deverão ir para além de confraternizações.
A Ordem deve pugnar para que os Engenheiros, sejam um dos pilares do crescimento sustentado para o País, nomeadamente na Reindustrialização, a optimização de Energia, na redescoberta do Mar como fonte de riqueza e crescimento, na renovação urbana, entre outros.
A forma como estão a ser geridos processos como o reconhecimento da actividade de colegas no Brasil, o diferendo com a ANET, que teve como epilogo a criação da OET, e mais recentemente a forma como está a ser gerida a revisão estatutária, leva-nos a tomar a decisão de reunir apoios, solicitar contributos e disponibilidade para o trabalho preparatório com vista à constituição de um programa e de uma equipa a apresentar às próximas eleições da Ordem dos Engenheiros, que se realizarão previsivelmente no prazo máximo de três meses, após aprovação dos novos estatutos segundo fontes governamentais.
Tomando em consideração igualmente o QREN 2020, deveremos ter com a sua nova abordagem um pilar de sustentabilidade da Europa, na qual Portugal deve ser capaz de aproveitar totalmente na recriação das bases de um novo ciclo inspirando novos ventos para uma Classe que se quer integrante e ativa nestes novos desafios
Pretendemos construir um programa moderno, equilibrado e sustentável que responda aos reais desafios da Engenharia e dos Engenheiros, contribuindo para uma dignificação da Classe elevando-a o nível a que ela merece.
Pretendemos fazê-lo de forma, o mais aberta e participativa possível.
Solicito ao colega contributos para o programa, disponibilidade para integrar o projecto e indicações de apoios, bem como a participação nas nossas iniciativas.
Cumprimentos
Paulo Bispo Vargas
Joaquim Nogueira de Almeida
Carlos Rebelo da Silva
Email: geral@maisengenharia.pt
Comentário do Engenheiro Joaquim Almeida
Precisamos de divulgar e consciencializar mais, para que todos os colegas participem numa mudança que se exige neste tempos de profunda alteração da forma de ver a nossa classe. O facto de a industria de construção não ser neste momento o motor do país é um apelo à requalificação e internacionalização dos colegas desta área mas antes de mais uma abertura para o crescimento de todas as outras engenharias.
A Reindustrialização, a exploração de recursos naturais, o Mar, a eficiência Energética entre outras, são áreas que apesar de multidisciplinares exigem o crescimento de TODAS as engenharias.
Colegas, esta é uma hora de mudança, tomai consciência e iniciativa de fazer parte dessa mudança, dando o apoio ao nosso movimento + ENGENHARIA,
Monday, 8 September 2014
Ordem dos Engenheiros preocupada com falta de candidatos a cursos de engenharia civil
in http://www.rtp.pt/
Sandra Henriques08 Set, 2014, 10:03 / atualizado em 08 Set, 2014, 10:15
O bastonário da Ordem dos Engenheiros, Carlos Matias Ramos, mostra-se preocupado com a redução acentuada de candidatos aos cursos de engenharia civil na primeira fase de acesso ao Ensino Superior e atribui esta situação à falsa ideia de que a construção civil é a única saída profissional desta área de estudos.
Em declarações ao jornalista da Antena 1 Nuno Rodrigues, o bastonário da Ordem dos Engenheiros afirma que “a forma como está a ser tratada a área da construção e a conotação que é feita com a engenharia civil fez com que se tivesse a imagem na sociedade de que não valia a pena ir para este curso”.
“A crise imobiliária faz com que se refiram notícias frequentemente de que são ofertas de emprego com valores de 500, 600, 700 euros. Isto é desmobilizador. Não é indicativo da generalidade da engenharia civil. A engenharia civil não é só construção”, frisa Carlos Matias Ramos.
O responsável antevê consequências graves para o país ao argumentar que Portugal corre o risco de ficar sem profissionais nesta área, numa altura em que está anunciado um plano de infraestruturas fundamental para o desenvolvimento do território.
Os cursos de engenharia abriram 9.022 vagas, o mesmo número de lugares que foi disponibilizado em 2013, só que este ano houve menos 401 estudantes a escolher um curso desta área como primeira opção. A quebra do número de candidatos aos cursos de engenharia é sobretudo visível no caso da engenharia civil, em que metade dos cursos ficaram sem qualquer aluno na primeira fase.
Sandra Henriques08 Set, 2014, 10:03 / atualizado em 08 Set, 2014, 10:15
O bastonário da Ordem dos Engenheiros, Carlos Matias Ramos, mostra-se preocupado com a redução acentuada de candidatos aos cursos de engenharia civil na primeira fase de acesso ao Ensino Superior e atribui esta situação à falsa ideia de que a construção civil é a única saída profissional desta área de estudos.
Em declarações ao jornalista da Antena 1 Nuno Rodrigues, o bastonário da Ordem dos Engenheiros afirma que “a forma como está a ser tratada a área da construção e a conotação que é feita com a engenharia civil fez com que se tivesse a imagem na sociedade de que não valia a pena ir para este curso”.
“A crise imobiliária faz com que se refiram notícias frequentemente de que são ofertas de emprego com valores de 500, 600, 700 euros. Isto é desmobilizador. Não é indicativo da generalidade da engenharia civil. A engenharia civil não é só construção”, frisa Carlos Matias Ramos.
O responsável antevê consequências graves para o país ao argumentar que Portugal corre o risco de ficar sem profissionais nesta área, numa altura em que está anunciado um plano de infraestruturas fundamental para o desenvolvimento do território.
Os cursos de engenharia abriram 9.022 vagas, o mesmo número de lugares que foi disponibilizado em 2013, só que este ano houve menos 401 estudantes a escolher um curso desta área como primeira opção. A quebra do número de candidatos aos cursos de engenharia é sobretudo visível no caso da engenharia civil, em que metade dos cursos ficaram sem qualquer aluno na primeira fase.
Tuesday, 2 September 2014
Ordens em guerra. MP arquiva processo dos arquitectos contra os engenheiros técnicos
in http://www.ionline.pt/
Regulamento dos engenheiros está na base das divergências. Bastonário da OET fica satisfeito com arquivamento e diz que relações estão cortadas
O Ministério Público arquivou o processo administrativo movido pela Ordem dos Arquitectos (OA) contra o novo regulamento da Ordem dos Engenheiros Técnicos (OET). Em causa está o facto de a OA considerar que, de acordo com o novo texto, poderão ser executados por engenheiros técnicos trabalhos que cabem aos arquitectos. Desde o comunicado em que os engenheiros anunciaram no último mês a decisão de arquivamento até hoje, as duas ordens têm lançado críticas mútuas nos seus sites, numa espécie de resposta e contra-resposta.
O presidente da Ordem dos Arquitectos, João Santa-Rita, disse ontem ao i que "já houve recurso do arquivamento", garantindo que não vai desistir. Defende que esta questão é "crucial" nas relações entre as duas classes profissionais, mas garante não estar em causa qualquer ruptura.
Augusto Ferreira Guedes, bastonário da OET, tem uma posição diferente. Considera que este processo foi a gota de água e que actualmente as duas ordens estão de costas voltadas. "Cortámos relações. Considerei uma falta de elegância a OA ter avançado com um processo sem antes fazer uma abordagem informal à Ordem dos Engenheiros Técnicos", esclareceu ao i.
De acordo com o primeiro comunicado da OET, "o despacho de arquivamento concluiu que o Regulamento n.o 189/2012 não padece de quaisquer das ilegalidades que lhe foram imputadas pela Ordem dos Arquitectos, e bem assim não existem razões de ordem pública que justifiquem a formulação de um pedido de declaração de ilegalidade". No documento é ainda referido que as novas regras não têm como objectivo atribuir competências de outras profissões aos engenheiros técnicos. A resposta não tardou e a 6 de Agosto - uma semana após a reacção da OET - a Ordem dos Arquitectos garantira no site não ter desistido do seu objectivo. "Só aos tribunais compete declarar a ilegalidade de normas regulamentares. [Este arquivamento] não atesta a conformidade do regulamento da OET com a lei", escrevem, deixando um aviso: "O Conselho Directivo Nacional da Ordem dos Arquitectos adverte todos os interessados da responsabilidade em que incorre a prática de actos próprios no domínio da arquitectura por parte de quem não detenha as qualificações académicas necessárias e não se encontre regularmente inscrito como arquitecto." O esclarecimento deu novamente lugar a uma tomada de posição pública dos engenheiros. "A OA procede a uma confusão entre actos próprios e actos exclusivos."
De acordo com João Santa-Rita, "não é entendível estar-se a discutir se actos de arquitectura devem ser praticados por arquitectos ou por engenheiros técnicos". O responsável diz ainda considerar que as competências de cada classe profissional foram "clarificadas com a Lei 31/2009".
Já para Augusto Ferreira Guedes, este arquivamento foi importante e mostra que os engenheiros técnicos "podem realizar intervenções de escassa relevância urbanística". O bastonário diz ainda não entender o silêncio da Ordem dos Engenheiros (OE) nesta matéria, até porque, avisa, este conflito também apanha os profissionais inscritos naquela ordem: "Isto é um ataque à engenharia."
O diferendo entre as duas ordens arrasta-se há dois anos. Os arquitectos pediram logo em 2012 a declaração de ilegalidade do regulamento da OET n.o 189/2012, de 23 de Maio. Desde esse aí, o texto já sofreu alterações, mas para a OA mantêm-se as "ilegalidades".
Monday, 1 September 2014
Ordem dos Engenheiros para todas a Especialidades
A engenharia, por
definição, é o conjunto de técnicas e métodos para aplicação do conhecimento científico na planificação, criação e manutenção
de estruturas, máquinas e sistemas para benefício humano, assim na sociedade a
engenharia tem um papel central tanto do ponto de vista económico como no bem-estar da própria humanidade. A engenharia enquanto setor no domínio económico é uma das que,
senão mesmo a que, mais-valias pode gerar para o país. Casos como a
da Alemanha refletem muito da sua economia na capacidade que a
engenharia tem em retribuir com a geração de riqueza, seja no setor automóvel, eletrónico ou construção de maquinaria. A China
também, muitas vezes conotada, negativamente tem uma forte aposta no setor da engenharia e só assim se pode
entender a “mega industria” em que a mesma se tornou.
Não
obstante a importância da engenharia, os engenheiros enquanto classe
profissional funcionam isoladamente e poucos são os que reconhecem a Ordem dos
Engenheiros como organização necessária ao exercício da sua atividade, compare-se pois a
quantidade de licenciados em engenharia e os inscritos na Ordem. Esta realidade
existe porque a Ordem pouco mais regula do que a atividade em torno da Engenharia Civil e suas especialidades e por outro lado
abstém-se de intervir quotidianamente na sociedade em áreas que são do seu
domínio. Também há quem olhe para a Ordem como organização promotora de atividades de lazer para engenheiros.
Num
momento crucial como o que vivemos fruto da grave crise económica em que o país
mergulhou (e a Europa em geral) a Ordem dos Engenheiros deveria estar nas
primeiras páginas apontando os seus profissionais como capazes de dinamizar projetos pertinentes, inovadores e geradores de
riqueza; em contraste, apontando projetos despesistas e de retorno duvidoso;
batalhando pela imagem social dos engenheiros; etc... A Ordem dos Engenheiros tem que
ser mais pró-ativa e crítica, deve reinventar-se na sua atuação e organização interna.
Por
razões históricas e outras perfeitamente compreensivas entende-se o cordão
umbilical que a Ordem tem com o exercício da Engenharia Civil e suas especialidades, contudo tem que
se abrir e promover os outros domínios da engenharia. Há anos que se ouve falar
na definição dos atos de engenharia, é um caminho que julgo por fazer
que certamente não é fácil e que levantará questões como; se o ato de
programar só estiver legalizado para os engenheiros informáticos por que razão um autodidata não o pode fazer? Que implicação tem isso para a sociedade? Contudo fará
sentido que se o software tiver que fazer prova de legal ou de
segurança o mesmo tenha que ser certificado e o processo instruído por um
engenheiro informático inscrito na Ordem. O mesmo tipo de raciocínio pode ser aplicado a outras
especialidades.
Haverá
no entanto regras mais genéricas que a Ordem pode exigir, por exemplo se uma
empresa colocar um anúncio a pedir um engenheiro o lugar só deverá ser ocupado
por um profissional inscrito na Ordem, de outra forma o cargo/função legalmente
não deve ser anunciado com a designação ‘engenheiro’. A Ordem deve ainda exigir
que para efeitos legais e de acesso a incentivos financeiros do Estado, as
empresas a partir de determinada dimensão sejam obrigadas a apresentar
organigramas cujos cargos onde as mesmas denominem como pré-requisito a licenciatura
em engenharia façam prova de que os profissionais a exercer os respetivos cargos estejam inscritos na respetiva Ordem.
A
Ordem dos Engenheiros tem que se esforçar por regular o exercício da profissão e pugnar pela qualidade dos
profissionais. Deve por isso, à semelhança do que fazem outras Ordens, emitir
pareceres quanto aos honorários/salários para acesso ao exercício da atividade. Para assegurar a qualidade
dos profissionais a Ordem deve ter o poder para certificar os cursos de
engenharia e obrigar à não denominação de engenharia a todos os quantos a
mesma considere não terem qualidade para formar profissionais de engenharia,
assim os titulares de cursos com a designação de engenharia passam a ter acesso direto à Ordem, é uma questão de transparência.
Em
conclusão a Ordem dos Engenheiros mais do que nunca precisa de se afirmar na sociedade para impor
regras a benefício do exercício da profissão e dos seus profissionais em todas as especialidades tendo como
expressão última o benefício que a
qualidade dos mesmos transfere para
a sociedade. Outros itens poderiamos abordar como a formação dos engenheiros ao
longo da vida e o papel que a Ordem deverá ter na mesma. Por fim o
enquadramento da engenharia de modo transversal pensando nos profissionais
inscritos em determinada especialidade e que a vida profissional por razões várias os empurrou para a aplicação da
engenharia num conceito mais genérico.
Tuesday, 29 July 2014
Regalias Ordem dos Engenheiros
in http://www.ordemengenheiros.pt/
Sunday, 6 July 2014
XX Congresso Nacional da Ordem dos Engenheiros
In http://www.ordemengenheiros.pt/
"Engenharia 2020 – Uma Estratégia para Portugal"
A Ordem dos Engenheiros (OE) organiza, nos dias 17 e 18 de outubro, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, o seu XX Congresso Nacional.
Centrado na temática "Engenharia 2020 – Uma Estratégia para Portugal", o XX Congresso da OE coloca no centro da discussão as questões prioritárias que se perspetivam para o País e para a Europa durante a vigência do novo ciclo de fundos europeus estruturais e de investimento (2014-20120).
Os Engenheiros Portugueses irão, assim, neste XX Congresso da OE, focalizar-se no debate da Estratégia Europeia, quer nas suas implicações em termos europeus, quer, sobretudo, na sua aplicação no plano nacional, nomeadamente no que respeita às dimensões económicas, energéticas, ambientais, de ciência e inovação.
Como tal, para além de um vasto conjunto de Sessões Técnicas, serão efetuadas intervenções de fundo sobre o Horizonte 2020 (A investigação científica e a inovação), a Europa 2020 (Acordo de parceria UE/Portugal 2014-2020), a Terra 2020 (Sustentabilidade e eficiência no uso de recursos) e Portugal 2020 (O reforço da competitividade e a correção dos desequilíbrios).
Visite o sítio na Internet dedicado ao XX Congresso Nacional da Ordem dos Engenheiros.
A possibilidade de efetuar a sua inscrição online estará disponível em breve. Fique atento!
"Engenharia 2020 – Uma Estratégia para Portugal"
A Ordem dos Engenheiros (OE) organiza, nos dias 17 e 18 de outubro, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, o seu XX Congresso Nacional.
Centrado na temática "Engenharia 2020 – Uma Estratégia para Portugal", o XX Congresso da OE coloca no centro da discussão as questões prioritárias que se perspetivam para o País e para a Europa durante a vigência do novo ciclo de fundos europeus estruturais e de investimento (2014-20120).
Os Engenheiros Portugueses irão, assim, neste XX Congresso da OE, focalizar-se no debate da Estratégia Europeia, quer nas suas implicações em termos europeus, quer, sobretudo, na sua aplicação no plano nacional, nomeadamente no que respeita às dimensões económicas, energéticas, ambientais, de ciência e inovação.
Como tal, para além de um vasto conjunto de Sessões Técnicas, serão efetuadas intervenções de fundo sobre o Horizonte 2020 (A investigação científica e a inovação), a Europa 2020 (Acordo de parceria UE/Portugal 2014-2020), a Terra 2020 (Sustentabilidade e eficiência no uso de recursos) e Portugal 2020 (O reforço da competitividade e a correção dos desequilíbrios).
Visite o sítio na Internet dedicado ao XX Congresso Nacional da Ordem dos Engenheiros.
A possibilidade de efetuar a sua inscrição online estará disponível em breve. Fique atento!
Monday, 30 June 2014
Ordem dos Engenheiros cria Especialização em Metrologia
O Conselho Diretivo Nacional (CDN) da Ordem dos Engenheiros aprovou recentemente a criação da Especialização Horizontal em Metrologia, uma área do conhecimento relativo à medição, com uma natureza transversal a todas as Especialidades da Engenharia e que serve um vasto conjunto de atividades económicas, científicas e legais.
A Metrologia abrange a realização, o desenvolvimento e a manutenção dos padrões nacionais das unidades de medida; o estabelecimento da rastreabilidade dos padrões de referência e de trabalho a utilizar pela comunidade científica e industrial; a avaliação da incerteza das medições efetuadas; a aprovação de instrumentos de medição para aplicações comerciais, industriais e fiscais e outras áreas regulamentadas; e o acompanhamento dos instrumentos durante a sua vida útil.
A Comissão Executiva inicial desta Especialização é constituída pelos Engenheiros Paulo Cabral (Coordenador), Carlos Sousa (Coordenador Adjunto), Eduarda Filipe, Paulo Couto e Pedro Silva Girão.
Os Membros da Ordem dos Engenheiros com o nível de qualificação sénior e com mais de dez anos de exercício profissional na área da Metrologia reúnem as condições necessárias para solicitarem à Ordem a outorga do título de Especialista em Metrologia, através derequerimento próprio, bem como do preenchimento dos demais requisitos constantes no Regulamento das Especializações.
A Metrologia abrange a realização, o desenvolvimento e a manutenção dos padrões nacionais das unidades de medida; o estabelecimento da rastreabilidade dos padrões de referência e de trabalho a utilizar pela comunidade científica e industrial; a avaliação da incerteza das medições efetuadas; a aprovação de instrumentos de medição para aplicações comerciais, industriais e fiscais e outras áreas regulamentadas; e o acompanhamento dos instrumentos durante a sua vida útil.
A Comissão Executiva inicial desta Especialização é constituída pelos Engenheiros Paulo Cabral (Coordenador), Carlos Sousa (Coordenador Adjunto), Eduarda Filipe, Paulo Couto e Pedro Silva Girão.
Os Membros da Ordem dos Engenheiros com o nível de qualificação sénior e com mais de dez anos de exercício profissional na área da Metrologia reúnem as condições necessárias para solicitarem à Ordem a outorga do título de Especialista em Metrologia, através derequerimento próprio, bem como do preenchimento dos demais requisitos constantes no Regulamento das Especializações.
Notícia retirada de http://www.ordemengenheiros.pt/
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