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Monday, 10 November 2014

Sistema robótico para tratamento de epilepsia



Um grupo de engenheiros concebeu um sistema robótico para assistir em cirurgias ao cérebro para o tratamento da epilepsia.

O procedimento cirúrgico para o tratamento de casos graves de epilepsia envolve a perfuração através do crânio até ao cérebro para destruir a pequena área onde as convulsões são originadas.

Os engenheiros da Vanderbilt University consideram que é possível com este robô tornar a cirurgia menos invasiva porque a região do cérebro envolvida, o hipocampo, fica no fundo. Esta solução robótica entra no cérebro por baixo evitando perfurar o crânio.

Barata Eletrónica - Biobots



Investigadores da Universidade da Carolina do Norte desenvolveram cyborgs que se assemelham a baratas, chamam-se Biobots. Os Biobots estão equipados com microfones e são capazes de seguir as fontes que emitem os sons detetados.

Esta tecnologia está pensada para atuar em casos de emergência para resgate e salvamento de sobreviventes em cenários de desastre como em colapsos de edifícios.

De acordo com os investigadores o inseto artificial está equipado com "mochilas" eletrónicas para assegurar os movimentos do Biobots. Foram desenvolvidas dois tipos de "mochilas". Uma está equipada com microfones capazes de captar sons em alta resolução vindos de qualquer direção e transmiti-los por wireless para os socorristas. O outro tipo de mochila está equipada com três microfones de maneira a detetar a direção do som. A equipa de investigadores desenvolveu depois um algoritmo para analisar os sons e assim localizar a sua origem e orientar o Biobots até à sua origem.

Estas baratas eletrónicas são capazes de diferenciar os sons que interessam, por exemplo o de uma pessoa a pedir ajuda diferenciando-o de outros que não interessam.


Monday, 3 November 2014

Land Rover torna frente dos carros transparente

A Land Rover apresenta um inovador conceito de visualização de ângulos mortos que torna a frente do carro transparente.



Parece magia mas é tão-somente alta tecnologia. O sistema funciona com duas câmaras, uma virada para a frente e montada na grelha frontal e uma segunda voltada para o chão na parte inferior do carro. O resultado de ambas as imagens depois de processado por software é projetado no para-brisas conforme o video criando a sensação de que a frente do carro é transparente.

Por este método os percursos fora de estrada tornam-se mais fáceis de executar e deixa de ser necessário o copiloto sair do carro para orientar o condutor onde colocar as rodas.


Wednesday, 29 October 2014

Aparelho faz diagnóstico de osteoporose por leitura acústica

Investigadores ingleses desenvolveram um aparelho que identifica problemas de osteoporose através de sons emitidos pelo corpo. O aparelho portátil pode ser usado por profissionais de saúde para monitorizar o estado dos pacientes com regularidade para avaliar de que forma respondem aos tratamentos.


O aparelho possui sensores que se aplicam à superfície dos joelhos que detetam os ruídos gerados pela energia acústica gerada pela fricção e peso do próprio corpo nas articulações. O sistema também é capaz de interpretar e registar o ângulo do joelho para assim relacionar a forma de onda acústica durante as diferentes fases do movimento.

A investigação foi liderada pela Lancaster University mas também contou com investigadores de Central Lancashire University, Manchester University e da industria.

Tuesday, 28 October 2014

Reino Unido terá estrada inteligente

in http://canaltech.com.br/ (2013)


A estrada A14, que liga as cidades de Felixstowe e Birmingham, no Reino Unido, será a primeira via do país com um sistema inteligente conectado à internet. As informações são do jornal Telegraph.

A ideia é que a estrada sirva de modelo para preparar outros locais para o futuro, em especial para carros automatizados que não precisam de motorista. Além disso, o caminho poderá alertar sobre a velocidade do automóvel para reduzir a distração do condutor e evitar acidentes.

O Reino Unido é um dos primeiros países do mundo a testar uma tecnologia chamada "espaço branco". Os sinais são enviados pelas brechas do espectro utilizado pelas TVs, e não pela rede de celulares, e por isso a estrada transmite dados a maiores distâncias e ajuda a conectar os carros a lugares mais remotos. Outras empresas também fazem testes com esse recurso; a Microsoft, por exemplo, vai usar espaços brancos para distribuir Wi-Fi grátis em Glasgow, na Escócia.

Sensores serão colocados ao longo de 110 quilômetros da A14. A estrada será conectada ao controle de tráfego, permitindo a transmissão de dados sobre trânsito e clima direto para o celular do motorista. Dessa forma, será possível planejar melhor as rotas e evitar congestionamentos.

Os engenheiros responsáveis pelo projeto esperam que, no futuro, a própria estrada controle automaticamente a velocidade dos veículos e ainda ofereça suporte para alimentar máquinas de venda automática e monitores cardíacos.

Cerca de vinte companhias vão testar a A14. Segundo a entidade reguladora de telecomunicações Ofcom, a estrada deve entrar em operação oficial em 2014.

Sunday, 19 October 2014

Carros autónomos devem ser lançados em 2016

Elon Musk CEO da Tesla Motors em entrevista ao Financial Times adiantou que os primeiros carros de condução autónoma serão lançados em 2016. Ele adianta que não é especulação pois a tecnologia está extremamente acelerada e que em 2015 uma pequena cidade de Inglaterra verá os primeiros autocarros de transporte público autónomos.


Em 2016 devem aparecer os primeiros carros autónomos para serem vendidos aos consumidores finais. Segundo ele a Tesla já está a desenvolver os veículos e já está 90% do caminho percorrido para a sua concretização. Contudo os veículos não são 100% independentes, diz Musk que não falta muito mas que o caminho a percorrer para tal é incrivelmente difícil de conseguir. O veículo da Tesla virá equipado com piloto automático que pode ser ativado em diversas ocasiões para além das que atualmente já é possível.

A Google também tem vindo a desenvolver um veículo autónomo mas não adiantou qualquer data para a sua apresentação. Sabe-se porém que a empresa já se mostrou interessada em construir os seus próprios veículos.

Alba, nova lâmpada intelegente com capaciade de aprendizagem

A Alba é uma nova lâmpada inteligente capaz de perceber a iluminação ambiente e ajustar a sua potência. Neil Joseph ex-engenheiro da Tesla Motors e atual CEO da Stack teve a ideia num dia ensolarado ao ver todas as lâmpadas acesas. A nova lâmpada pode conseguir uma economia entre a 60 a 80% de energia relativamente a uma lâmpada LED tradicional, que de si é muito económica.



As cores da Alba também podem ser ajustas, de manhã preferencialmente pode mostrar uma luz azulada para estimular o cérebro. Ao longo do dia pode passar a emitir uma cor mais avermelhada. A lâmpada também é capaz de aprender a rotina dos moradores e prever quando uma divisão precisa de ser iluminada e com que intensidade. A lâmpada tem capacidade de aprendizagem pelo que com o tempo essa característica vai sendo aprimorada.

Através de uma app é possível definir padrões de iluminação para determinadas ocasiões, por exemplo durante um jantar e depois dele.

A Alba vai ser lançada no mercado em 2015. Um pacote de 2 lâmpadas custará 150 dólares e cada lâmpada adicional 60 dólares.

Wednesday, 15 October 2014

PlaxOil Combustível Reciclado

PlaxOil é um novo combustível reciclado. Este novo produto resulta da reciclagem de plástico usado. Este é cortado em pedaços e injectado num fluído para decompor as cadeias de hidrocarbonetos longas. Os materiais orgânicos são decompostos por indução de calor e ausência de oxigénio. É então formado um gás rico em energia que depois é filtrado, condensado formando finalmente o PlaxOil.

Este produto pode ser usado como combustível em motores diesel ou em queimadores industriais. O PlaxOil é um combustível de elevado teor calorífico, limpo e com baixo teor de enxofre.

O PlaxOil também pode ser usado para reentrar na cadeia de refinaria para produção de polímeros.

Saturday, 11 October 2014

Innovation 2.0 - Part II: Can Innovation be Forced?


Texto de  Nathan Coutinho publicado em Linkdin



This has come up several times over the years and is somewhat of a controversial topic. But in the right environment with the right people, it can definitely be done. So just forget about the previously mentioned pedestal for a second and think about it - NASA could do it, Apple could do it, Sony, Tesla, Samsung, BlackBerry and more. In fact, every one of the brands we know and love (or knew and loved, depending on where you are in the tech continuum) teamed up their best and brightest people to create great products and services filled with some or many innovations.

As a person who has managed a large number of people in various disciplines, I truly believe that we are all good at something. The biggest challenge is finding out what that something is. Most people never find out, and that saddens me. But if you can figure out what makes your people happy, you won't have to force innovation; it will happen naturally. However, the icing on the cake here is figuring this out across a team.

Incidentally, José Zulmar (Part 1 comments) also indicated that while innovation usually occurs in products and services, this can occur in non-technological areas as well, thus impacting organizational structure, core focus changes, business unit layouts etc. Dušan Ristić also pointed out that reverse engineering could sometimes also be used to innovate existing processes. And let’s not forget pure luck; you can’t discount being at the right place at the right time.

So while it is still difficult to answer the question as to whether innovation can be forced or not, you can definitely stage the right environment as a platform to drive creativity. But I also feel strongly about developing your people and determining what role they can play in your organization today and tomorrow.

Friday, 19 September 2014

MIT no Desenvolvimento de Novas Tecnologias Têxteis



Uma equipe de investigação do MIT está a desenvolver uma nova tecnologia para fatos espaciais. Trata-se de uma espécie de traje elástico com bobines que se contraem em resposta ao aumento da temperatura.

Atualmente os fatos dos astronautas não estão em contacto direto com a pele, no seu interior existe uma camada de gás que recria a pressão atmosférica. Com a nova tecnologia pretende-se o mesmo efeito mas colocando o tecido em contacto com o corpo, aumentado assim a mobilidade dos astronautas.

A tecnologia consiste em combinar bobines SMA com tecidos e materiais convencionais. Estas bobines quando atravessadas por uma corrente elétrica são aquecidas e retraem-se para formas pré-programadas provocando a contração do fato criando deste modo a pressão necessária para a sobrevivência dos astronautas.

Pensa-se que é possível aplicar a tecnologia no setor militar para criar torniquetes inteligentes. Combinando esta tecnologia com sensores apropriados será possível criar um torniquete capaz de se "ativar" automaticamente quando algum soldado se ferir gravemente nos membros.

Friday, 12 September 2014

YuMi - Nova Geração de Robôs ABB

Em 1961 a General Motors estreou o primeiro braço robótico usado na industria. A visão quase irreal na época transformou a industria automóvel por completo. Contudo a tecnologia robótica está apenas ao alcance das grandes industrias mas a ABB está empenhada em mudar o cenário.


O YuMi é um duplo braço robótico da ABB que foi projetado para a montagem de pequenas peças. Até agora os robôs têm de operar fora dos limites humanos mas o YUMi é diferente pois foi concebido para operar lado a lado com parceiros humanos. Ele pode sentir e ver e tem braços acolchoados para não ferir os colegas de trabalho. O YuMi segundo os responsáveis da ABB está numa nova era da automação industrial e faz parte de uma nova geração de robôs de baixo custo.


Thursday, 4 September 2014

Boas Vibrações


Um grupo de investigadores ingleses desenvolveu um sistema capaz de gerar energia elétrica a partir das vibrações produzidas pelo ruído. O sistema que usa as propriedades piezoelétricas do óxido de zinco (ZnO) é indicado para a recarga de 'mobile devices' no dia a dia aproveitando o ruído de fundo.

A equipa de investigadores da Queen Mary University of London conseguiu desenvolver um carregador do tamanho de um Nokia Lumia 925 capaz de gerar 5 Volts. Joe Briscoe explicou que 70dB são suficientes para gerar uma resposta aceitável, mas com mais trabalho de investigação acredita que este valor possa  ser reduzido. O mesmo também disse que as vibrações diretas como as de veículos ou de máquinas em funcionamento têm ainda um potencial maior para gerar energia do que as do som.

Se por exemplo se conseguir integrar este sistema num telemóvel ou tablet ele pode carregar-se enquanto alguém viaja de carro ou de comboio. Ainda mais, algumas partes do telemóvel podem mesmo ser construídas com este material.

Para fazer o sistema, os investigadores separaram nanopartículas de ZnO numa superficie de plástico, o qual é colocado numa solução contendo hexametilenotetramina (HMT) e foi aquecida a 90º.

Tuesday, 2 September 2014

Grafeno pode Transformar a Borracha em Material Condutor



Uma equipa da Universidade de Surrey Trinity College Dublin descobriu uma forma de transformar bandas de borracha em sensores desde que modificada com grafeno. O método descoberto é uma forma de criar sensores de deformação de baixo custo. Segundo os investigadores consegue-se medir variações na corrente elétrica que atravessa esta borracha modificada quando sujeita a deformações.

Pensa-se que os sensores feitos com esta técnica também permitem monitorizar movimentos respiratórios e do coração. Também se perspetiva que se possa usar esta técnica em elementos de borracha que façam parte de edifícios, pontes ou outras construções e assim monitorizar deformações de forma continua.

Sunday, 31 August 2014

Estudo das Modificações na Estrutura dos Metais


Uma equipa de investigadores chineses está a "olhar" para a estrutura dos metais de um novo modo. Ao microscópico os metais são compostos por uma infinidade de pequenos grãos unidos e muito próximos, explicou Yuntian Zhu, professor na NC State; isso faz com que seja muito duro porém pouco dúctil o que significa que dificilmente estica sem partir. Xiaolei Wu,  professor na Chinese Academy of Sciences’ Institute of Mechanics, diz que se aumentarmos gradualmente o tamanho desses grãos o material torna-se mais dúctil, um processo semelhante a uma cana de bambu, ou seja a gradual modificação do granulado dos metais afecta a sua dureza e características elásticas.

Chama-se a este processo 'gradient structure' e pode ser usado para modificar as características dos metais adaptando-os a uma infinidade de novas utilizações inclusive aplicações industriais. Por este método será possível fabricar metais mais resistentes à corrosão e à fadiga. A técnica ainda tem a vantagem de ser relativamente barata.

Paper completo em aqui.

Google testa entrega de encomendas com drones

in http://exameinformatica.sapo.pt/



O mesmo grupo de investigadores que desenvolveu carros autónomos da Google tem vindo a testar, em segredo, um sistema de entrega de objetos no estado australiano de Queensland.




Ao cabo de dois anos, a Google X decidiu levantar um pouco o véu sobre um dos seus projetos secretos: o desenvolvimento de drones capazes de entregar ferramentas, víveres ou medicamentos em locais que nem sempre são os mais acessíveis por estrada.

O novo sistema logístico, que dá pelo nome de Project Wing, tem vindo a ser testado no estado de Queensland, nordeste da Austrália.

Tudo começou há dois anos: o grupo de investigadores que tem em mãos o desenvolvimento de carros que dispensam condutores e de outros projetos especiais decidiu aplicar o engenho no desenvolvimento de um sistema de entregas por drones que pudesse entregar um desfibrilador numa localidade remota.

Com esta ideia inicial, os investigadores acreditam poder criar um sistema de emergência mais rápido que as tradicionais ambulâncias quando se trata de prestar os primeiros cuidados a alguém que ostenta sinais de um ataque cardíaco.

A solução não tardou a mostrar potencial para cenários de catástrofe, com populações isoladas devido a uma eventual inoperacionalidade de estradas e ferrovias: «Mesmo com um pequeno número de drones em atividade quase contínua, torna-se possível servir um grande número de pessoas numa situação de emergência», refere Astro Teller, líder do Google X, citado pela BBC.

Nas quintas do nordeste australiano, o Project Wing tem usado drones com uma envergadura de asas de 1,5 metros, e um peso de 10 quilos (já incluindo o peso das entregas). Equipados com quatro motores elétricos, os drones distinguem-se por não necessitarem de uma corrida para o lançamento e aterrarem em quase qualquer lugar, e à semelhança dos helicópteros podem manter-se fixos num ponto predefinido enquanto voam.

Estas máquinas dispõem ainda de autonomia suficiente para executar planos de voo delineados previamente. O Project Wing foi pensado inicialmente para cenários de catástrofe, mas a Google admite poder vir a testar a tecnologia na entrega de compras e encomendas em lojas, à semelhança de um projeto similar anunciado recentemente pela Amazon.

Apesar de promissor, o Project Wing ainda terá de esperar até se tornar uma realidade. E a prova disso mesmo é a interdição de testes em ambiente exterior que o projeto recebeu das autoridades dos EUA – e que levou à escolha de Queensland.

Sunday, 27 July 2014

Ferrari regista patente sobre nova tecnologia de direção elétrica

texto de  Eduardo Cavalcanti inhttp://blogdaengenharia.com/



A Ferrari registrou mais uma patente, desta vez de um sistema de direção que promete melhorar muito a performance e precisão em suas manobras, como jamais foi visto antes.

Segundo ao pessoal da revista britânica EVO, o sistema ainda vai utilizar um sistema de acoplamento de direção mecânica direta, mas o seu software será aperfeiçoado de forma que melhore a precisão e reduza os feedbacks inconsistentes presentes nas atuais configurações existentes. O novo sistema, ao que tudo indica, parece ser simples e barato, além de não adicionar qualquer peso extra ao veículo, pois ele utiliza os mesmos dispositivos que já estão presentes atualmente no carro.

Ao que parece, esse software terá a capacidade de reduzir o ângulo e o torqueaplicados no volante pelo motorista, efetuando todas as correções que forem precisas para poder então “reduzir o erro de transmissão”, que é explicado como um pequeno lag (atraso) entre a ação do condutor no volante e a resposta das rodas dianteiras.

* A Ferrari ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.

Thursday, 24 July 2014

Sensores embebidos previnem acidentes.

fonte http://www.theengineer.co.uk/

O projecto Harken é financiado pela UE e está a desenvolver um sistema de sensores embebidos nos cintos de segurança dos automóveis para monitorizar o ritmo cardíaco e respiratório dos condutores com o objectivo de detectar fadiga e cansaço.

Os investigadores do Instituto de Biomecânica de Valência (IBV) em entrevista ao The Engineer afirmaram que têm vindo a estudar a relação entre a frequência cardíaca e respiratória em relação à fadiga. Assim sabe-se que ambas diminuem quando o condutor está cansado.

Os sensores e sistemas de processamento de sinal que estão a ser desenvolvidos podem ser alimentados por baterias de 12V para que possam ser instalados em automóveis. Estes sensores são capazes de distinguir os sinais cardíacos e respiratórios dos outros movimentos do condutor e do automóvel. O sistema usa filtros adaptativos para eliminar este "ruído" e estimar os sinais vitais. Do mesmo modo as vibrações do carros não são problemáticas pois são filtradas por técnicas standard.

O projecto já desenvolveu um protótipo totalmente funcional que está a ser testado em pista fechada.






Wednesday, 23 July 2014

Novo sensor para detecção de explosivos

Fonte: http://www.theengineer.co.uk/

Na Universidade da Califórnia está a ser desenvolvido uma nova tecnologia de sensores para detecção de explosivos em apenas alguns minutos. Xiang Zhang é professor de engenharia mecânica e lidera uma equipa que encontrou forma de aumentar a sensibilidade de um sensor plasmon  para detectar concentrações ínfimas de explosivos.

O novo sensor pode ter muitas vantagens sobre os métodos de detecção de bombas actuais, como a implantação em cães farejadores.

"A nossa tecnologia permite implantar o sensor num dispositivo portátil de detecção de bombas capaz de detectar pequenas moléculas de explosivos", disse Ren-Min Ma, professor assistente na Universidade de Pequim. O sensor também pode ser usado para detecção de minas terrestres não detonadas.





Saturday, 19 July 2014

Máquina ultrasónica corta como uma "faca na manteiga"

Fonte: http://www.theengineer.co.uk/

Investigadores da Universidade de Loughborough desenvolveram um dispositivo ultrasónico capaz de revolucionar os processos de corte e perfuração. A ferramenta chamada de Ultrasonically-assisted machining (UAM) tem sido testada em materiais compósitos utiliza um transdutor piezzo-electrico concebido para trabalhar em conjunto com os sistemas tradicionais.

A criação de vibrações ultrasónicas na banda 20kHz e 39kHz torna os materiais compósitos tão suaves como manteiga na zona a ser maquinada, pelo que a máquina de corte precisa de muito menos força para o executar diminuindo também os danos nos materiais.

A técnica agora testada é uma ideia do Professor Vladimir Babitsky da Escola Wolfson de Engenharia Mecánica e Produção e tem vindo a ser desenvolvida exaustivamente nos últimos anos com o apoio do Dr. Anish Roy e do Professor Vadim Silberschmidt.

A técnica tem vindo a ser usada em laboratório para corte de ligas aeroespaciais, contudo pensa-se que a máquina pode ser usada em outros materiais incluindo ligas de metal. A técnica também poderá evoluir para a área biomédica nomeadamente para perfuração de ossos em cirurgias ortopédicas. Também está a ser pensado o uso em maquinação de placas de circuito impresso.