based in https://www.technologyreview.com
In recent years, business talk is talk of entrepreneurial start-ups. US companies based in Silicon Valley that received venture capital doubled between 2007 and 2012. Silicon Valley is a nest of digital technology companies that develop an astonishing variety of products and services.
This reality of supporting at new enterprises hides a less exciting reality. A group of researchers dedicated to the study of this issue in the United States. This group concluded that the number of companies with less than one year fell by 50% between 1978 and 2011, with the sharpest decline was in recent years. The number of workers assigned to these companies also decreases dramatically.
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Monday, 20 June 2016
Friday, 12 December 2014
Engenharia - Perfil do Engenheiro
Qual o lugar da engenharia na sociedade? Qual a sua importância? E o engenheiro, qual o perfil na era atual? Que competências de liderança?
O video que aqui se apresenta é não só um guia para futuros engenheiros, mas também um memorando para os profissionais de engenharia para reencontro das origens e essência do que deve ser a sua atividade.
O video que aqui se apresenta é não só um guia para futuros engenheiros, mas também um memorando para os profissionais de engenharia para reencontro das origens e essência do que deve ser a sua atividade.
A UNIVESP, Universidade Virtual do Estado de São Paulo, mantém no Youtube um basto acervo de vídeos sobre ensino de engenharia.
Sunday, 30 November 2014
Thursday, 23 October 2014
Lean Production, a Origem
Após a 1ª grande guerra Henry Ford fez prosperar a indústria de automóveis introduzindo o conceito de produção em massa. O Ford T foi o primeiro modelo da história do automóvel a ser produzido em série. O conceito de Henry Ford era simples, ainda assim inovador: produzir em grande escala para reduzir o custo de produção. Com a produção em massa os operários deixaram de ter que ser especialistas e só tinham que fazer bem e rápido uma só tarefa, antes, no conceito de produção artesanal os operários tinham que saber executar todas as tarefas.
O resultado foram carros baratos e fiáveis, não tardou por isso a que o conceito fosse exportado para outros setores marcando o início da indústria moderna.
Com a 2ª guerra o Japão ficou devastado. O construtor de automóveis Japonês Toyota enviou um grupo de engenheiros aos Estados Unidos para visitar o rival americano Ford. O objetivo foi estudar o conceito de produção em massa para o adotar e assim fazer reerguer o construtor que além de automóveis também construía teares para a indústria têxtil. Contudo os engenheiros da Toyota perceberam que dificilmente o sistema americano resultaria no contexto japonês. O mercado americano era incomensuravelmente maior que o japonês pelo que à escala do Japão a Toyota não iria conseguir produzir automóveis suficientemente baratos. Por outro lado a Toyota percebeu a principal fragilidade da produção em massa, a falta de flexibilidade. Na produção em massa evitam-se mudanças e ajustes nos equipamentos e como consequência produzem-se pequenas variedades do mesmo produto. Por exemplo durante muitos anos o Ford T teve sempre a mesma cor precisamente para que não houvesse mudanças na linha de produção.
A Toyota entendeu que podia ter uma mais-valia competitiva indo de encontro ao desejo dos consumidores fabricando uma maior variedade do mesmo produto. Mas persistia o problema de como produzir carros baratos e isso teria que ser resolvido porque o construtor japonês também já sabia que quem define o preço do produto é o cliente, ou seja o cliente é que decide o quanto está disposto a pagar para adquirir um dado produto. Os engenheiros da Toyota também perceberam que o sistema de produção em massa gera muito desperdício que regra geral não era valorizado, assim começaram a estudar uma simbiose da produção artesanal com a produção em série que procurasse reduzir a zero o desperdício. Assim nasceu o Sistema de Produção Toyota.
O Sistema de Produção Toyota passou despercebido ao mundo durante muitos anos e só na década de 70 do século XX é que passou a dar nas vistas quando em plena crise petrolífera os construtores americanos começam a somar prejuízos e a Toyota revela-se ainda que produzindo menos mas mantendo a existência de lucros. É nessa altura que o MIT começa a estudar os sistema de produção Toyota e o denomina de Lean Production.
O resultado foram carros baratos e fiáveis, não tardou por isso a que o conceito fosse exportado para outros setores marcando o início da indústria moderna.
Com a 2ª guerra o Japão ficou devastado. O construtor de automóveis Japonês Toyota enviou um grupo de engenheiros aos Estados Unidos para visitar o rival americano Ford. O objetivo foi estudar o conceito de produção em massa para o adotar e assim fazer reerguer o construtor que além de automóveis também construía teares para a indústria têxtil. Contudo os engenheiros da Toyota perceberam que dificilmente o sistema americano resultaria no contexto japonês. O mercado americano era incomensuravelmente maior que o japonês pelo que à escala do Japão a Toyota não iria conseguir produzir automóveis suficientemente baratos. Por outro lado a Toyota percebeu a principal fragilidade da produção em massa, a falta de flexibilidade. Na produção em massa evitam-se mudanças e ajustes nos equipamentos e como consequência produzem-se pequenas variedades do mesmo produto. Por exemplo durante muitos anos o Ford T teve sempre a mesma cor precisamente para que não houvesse mudanças na linha de produção.
A Toyota entendeu que podia ter uma mais-valia competitiva indo de encontro ao desejo dos consumidores fabricando uma maior variedade do mesmo produto. Mas persistia o problema de como produzir carros baratos e isso teria que ser resolvido porque o construtor japonês também já sabia que quem define o preço do produto é o cliente, ou seja o cliente é que decide o quanto está disposto a pagar para adquirir um dado produto. Os engenheiros da Toyota também perceberam que o sistema de produção em massa gera muito desperdício que regra geral não era valorizado, assim começaram a estudar uma simbiose da produção artesanal com a produção em série que procurasse reduzir a zero o desperdício. Assim nasceu o Sistema de Produção Toyota.
O Sistema de Produção Toyota passou despercebido ao mundo durante muitos anos e só na década de 70 do século XX é que passou a dar nas vistas quando em plena crise petrolífera os construtores americanos começam a somar prejuízos e a Toyota revela-se ainda que produzindo menos mas mantendo a existência de lucros. É nessa altura que o MIT começa a estudar os sistema de produção Toyota e o denomina de Lean Production.
Thursday, 25 September 2014
Veículos Elétricos em 1914 - Realidade Britânica
baseado em http://www.theengineer.co.uk/
A tecnologia de veículos elétricos, que hoje está em amplo desenvolvimento e que é vista como um caminho para a redução das emissões de dióxido de carbono, defronta-se ainda com preconceitos e limitações no entanto esta tecnologia tem já uma longa história de mais de um século. Já em 1914 a publicação britânica The Engineer apresentou um artigo onde perspetivava que tipo de tecnologia de tração viria a prevalecer no futuro. Na publicação especulava-se que a tração elétrica poderia vir ser interessante para veículos de emergência e autocarros.
Relativamente aos autocarros referiu-se a publicação à combinação de motores de combustão para carregar as baterias dizendo que os progressos que a tecnologia teve nos últimos anos levam a crer que o sistema combustão-elétrico não é uma ideia tonta conforme se poderia supor. O artigo ainda citava que seria bom que os céticos relativamente aos veículos elétricos se lembrassem que as mesmas dúvidas haviam sido levantadas poucos anos antes relativamente aos carros com motor a gasolina.
O The Engineer fazia referencia que uma companhia chamada Cedes forneceu 14 carros elétricos para os bombeiros de Londres. Cinco destes carros eram ambulâncias com motores alojados nas rodas para reduzir às engrenagens de modo a necessitar de menos manutenção. Estes veículos atingiam 40km/h e podiam percorrer quase 100km com uma única carga.
Notícia original (aqui)
A tecnologia de veículos elétricos, que hoje está em amplo desenvolvimento e que é vista como um caminho para a redução das emissões de dióxido de carbono, defronta-se ainda com preconceitos e limitações no entanto esta tecnologia tem já uma longa história de mais de um século. Já em 1914 a publicação britânica The Engineer apresentou um artigo onde perspetivava que tipo de tecnologia de tração viria a prevalecer no futuro. Na publicação especulava-se que a tração elétrica poderia vir ser interessante para veículos de emergência e autocarros.
Relativamente aos autocarros referiu-se a publicação à combinação de motores de combustão para carregar as baterias dizendo que os progressos que a tecnologia teve nos últimos anos levam a crer que o sistema combustão-elétrico não é uma ideia tonta conforme se poderia supor. O artigo ainda citava que seria bom que os céticos relativamente aos veículos elétricos se lembrassem que as mesmas dúvidas haviam sido levantadas poucos anos antes relativamente aos carros com motor a gasolina.
O The Engineer fazia referencia que uma companhia chamada Cedes forneceu 14 carros elétricos para os bombeiros de Londres. Cinco destes carros eram ambulâncias com motores alojados nas rodas para reduzir às engrenagens de modo a necessitar de menos manutenção. Estes veículos atingiam 40km/h e podiam percorrer quase 100km com uma única carga.
Notícia original (aqui)
Wednesday, 9 July 2014
Henry Laurence Gantt (1861-1919)
Henry Gantt também se centrou no estudo das qualidades de uma boa liderança para optimização de uma organização industrial eficiente. Em matéria de gestão, criou o diagrama de Gantt, amplamente usado nos dias de hoje para planeamento industrial e gestão de projectos. A sua disseminação e a sua ainda actualidade atestam as qualidades do método por si criado.
Em sua homenagem existe nos Estados Unidos um prémio denominado Henry Gantt Medallion Award do Instituto de Engenheiros Industrial dos Estados Unidos, organização dedicada à excelência de gestão dos engenheiros industriais.
Wednesday, 14 May 2014
Anticítera a mais antiga máquina obra de engenharia.
O mecanismo de Anticítera é um computador mecânico construído no século I a.C. na antiga Grécia. Este engenho tratava-se de um simulador de movimentos do sol e da lua permitindo assim prever eventos como eclipses, tanto futuros como passados.
O mecanismo seria composto por 37 rodas dentadas que estabeleciam a relação entre os movimentos dos astros. O ciclo metônico descoberto em 430 a.C. por Metón conclui que um ciclo solar de 19 anos tem 6940 dias completos (1 ano solar tem 365,26 dias) e que nesse período ocorrem 235 ciclos lunares. Por sua vez neste período a lua totaliza 254 revoluções em relação às estrelas, ou seja 235+19 (adiciona-se uma volta por cada ano) que correspondia ao número de dias de um ano segundo o calendário grego. Era sobre este princípio que se fundamentava o funcionamento do mecanismo de Anticítera o qual teria um diferencial capaz de implementar a relação 254/12.
À luz do conhecimento actual é impossível o aparelho ter sido construído na antiga Grécia, contudo todas as evidências científicas apontam para que assim tenha sido. As mais antigas engrenagens diferenciais conhecidas haviam sido construídas no século XVII, com a descoberta deste mecanismo considera-se a possibilidade das primeiras engrenagens diferenciais terem sido inventadas 1700 anos antes. Acredita-se que o mecanismo encontrado em 1901 não ter sido o único do género construído. Pelas análises desenvolvidas a perfeição da construção do mecanismo só é possível se a sua construção tiver sido repetida por várias vezes, as engrenagens de bronze por exemplo aparentam terem sido construídas todas a partir da mesma chapa.
O planetário de Anticítera é por tudo isto a mais antiga máquina construída por métodos científicos. Os antigos astrónomos por observação dos eventos dos astros compilaram a informação em tabelas, os matemáticos analisando as tabelas estabeleceram relações entre os movimentos e definiram fórmulas para os descrever. Finalmente os engenheiros utilizando o trabalho dos astrónomos e dos matemáticos projectaram um mecanismo capaz de simular os movimentos dos astros e suas relações.
Thursday, 1 May 2014
A Máquina de Anticítera I
A máquina de Anticítera é um antigo artefacto sobre o qual se acredita ter servido para orientar os antigos navegadores. Estima-se que a sua concepção tenha acontecido no século I a.C. e o único destes aparelhos que chegou até aos nossos dias foi resgatado do fundo do mar em 1901 junto å ilha grega de Anticítera. Juntamente com este mecanismo foram descobertas várias estátuas em bronze pelo que na altura a máquina de Anticítera passou despercebida e só no ano seguinte o arqueólogo Spyridon Stais deu conta de que se tratava de artefacto mecânico com rodas dentadas.
O mistério da sua utilidade permaneceu durante meio século e só a partir de 1958 foi detalhadamente analisado por Derek J. de Solla Price, físico que se tornou historiador na Universidade de Yale. Ele concluiu tratar-se de um aparelho de previsão de eventos astronómicos, tais como as fases da lua e posições dos astros, deduziu também as inscrições representavam divisões no tempo, dias e meses. Uma roda dentada representava o movimento solar e uma outra mais pequena o movimento da lua. Em 1959 publica um artigo sobre o aparelho na revista Scientific American.
Em 1971 Price comprova a sua teoria ao submeter o aparelho a raios gama e fez um desenho de como achava que o aparelho funcionava. Em 1974 publica as suas descobertas e diz não existir nenhum outro aparelho como aquele. Ele crê que a máquina de Anticítera foi concebido na civilização grega mas que por tudo o que se sabe dessa época a maquina descoberta não devia existir.
É ja muito recentemente que mais dados sobre este enigmático aparelho são conhecidos. Em 1996 é publicado novo artigo por Lucio Rosso. Na verdade a comunidade científica nunca prestou muita atenção a este tema, mas em 2005 a fabricante de computadores Hewlett-Packard interessa-se e financia os mais completos estudos sobre a máquina de Anticítera.
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