Sewability is a term little used in a universe of textile industry. In fact the sewability can to determine the quality and productivity, and this fact it's so much truth how much more heavy the tissue and how fast and automated the production. It's the case of terry towel production.
In modern plants of terry towel are used automated sewing machines with high speed heads. For that reason the set needle, tissue and thread has a dynamic which can not be neglected. The forces that needles can to be submitted reach easily 5.000cN and in these circumstances there is a big probability to broken the thread and to become the needle blunt. If that happen going to lose quality, maybe a rejection, but also or more important going to lose production because it will be necessary amend the thread, replace the needle and tune the head. The University of Minho have studied these theme in particular Hélder Carvalho, researcher of textile department which developed a equipment to measure the forces built-in.
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Sunday, 11 December 2016
Tuesday, 26 April 2016
Google in Textile Industry
based in https://www.technologyreview.com
Incrasingly Google is surprising by innovation and to built pertinent gadget's but at the same time incrasingly our doubts about how much they dominate our life and invade our privacy. In last year Google enters in the textile industry.
The Project Jacquard is creating textiles woven with grids of conductive yarns that are made with typical manufacturing. Google aspires make smart clothing, furniture and toys and their concern is not only usability but also the durability. They imagine control gadgets with fingers gestures in the clothing. Levi Strauss is also working with Google on this project and they announced that working to integrate touch panels into its clothing.
Incrasingly Google is surprising by innovation and to built pertinent gadget's but at the same time incrasingly our doubts about how much they dominate our life and invade our privacy. In last year Google enters in the textile industry.
The Project Jacquard is creating textiles woven with grids of conductive yarns that are made with typical manufacturing. Google aspires make smart clothing, furniture and toys and their concern is not only usability but also the durability. They imagine control gadgets with fingers gestures in the clothing. Levi Strauss is also working with Google on this project and they announced that working to integrate touch panels into its clothing.
Sunday, 3 April 2016
Microsoft Acess in Engineering - Textile plannig Case
The Microsoft Acess it's a very powerful tool include engineering. This toll is much often forgotten over Excel for example but in reality it is much more powerfull. This platform combines a good database with a great graphical environment for creating forms with objects and methods preconfigured and easy to adapt. Handling the database it's also facilitated, for this task also have a graphical environment to create SQL instructions.
Monday, 23 March 2015
Engenheiros Têxteis - Dá-se recompensa a quem o encontrar
Reportagem da RTP sobre a falta de engenheiros têxteis no mercado de trabalho.
Monday, 16 February 2015
Moda têxtil e robótica - Self-Zipping in MIT
No MIT decorre um programa de robótica que pretende fundir moda têxtil e robótica. Adam Withon é o líder do projeto "Sartoriol Robotics" e define-o como uma forma de fundir teoria da moda com robótica através da criação de sistemas robóticos que visam a facilitação do uso e a interacção, assim como pretendem imitar materiais e estética e técnicas de construção têxteis e de moda.
Tuesday, 25 November 2014
Produção Lean - O caso do setor ITV
Ainda que nascido do rescaldo da 2ª guerra mundial, o sistema Lean de Produção é ainda pouco implementado em Portugal. Em 2010 foi feita uma investigação baseada numa pesquisa realizada em Portugal, Itália, Reino Unido e EUA e disso mesmo dava conta. No estudo foram identificados obstáculos à implementação das metodologias Lean tendo sido identificados a falta de entendimento do sistema, o não o saber implementar, a falta de apoio da gestão de topo e o desconhecimento do sistema e seus benefícios. A acrescentar ao desconhecimento dos benefícios associa-se o desconhecimento os custos de implementação dos sistema e a dificuldade em quantificar os mesmos.
No caso concreto das indústrias têxteis o cenário acerca do tema é ainda mais redutor. Em 2012 a Universidade do Minho por Laura Costa Maia levou a cabo um inquérito aos profissionais de engenharia das indústrias de ITV (Indústrias Têxteis e Vestuário) sendo que 77% dos inquiridos responderam que trabalhavam em empresas que não tinham o sistema Lean implementado, ainda que 46% tenham afirmado que o Lean se trata de um modelo a implementar. Igualmente 46% responderam não ter conhecimentos suficientes para o implementar.
O resultado do estudo traduz o conhecimento empírico que a autora do mesmo detinha do setor em diversos trabalhos de consultadoria. A mesma menciona problemas persistentes e recorrentes como acidentes de trabalho, absentismo elevado, difícil comunicação entre gestores e colaboradores, produtividade baixa, atrasos nas entregas, elevada taxa de defeitos, elevadas reclamações por parte dos clientes, muito tempo gasto na procura de materiais e ferramentas, elevada taxa de retrabalho, muitas máquinas em paradeiro desconhecido, armazéns cheios de material pouco usado ou obsoleto, stocks elevados de matéria-prima de trabalho em curso e produto acabado, corredores apinhados de material em curso, mau dimensionamento de contentores e caixas rotas.
Numa opinião, agora pessoal, as indústrias ITV ainda que desconhecendo os pilares da metodologia Lean têm-no por instinto parcelarmente implementado de forma empírica. Veja-se as linhas de produção das indústrias de vestuário que não deixam de ser um exemplo prático do conceito Lean. As máquinas não se agrupam por tipologia mas antes numa sequência lógica de operações em que o resultado final se traduz numa cadência de produção mais ou menos fixa a que corresponde o conceito de takt time. Outros exemplos ocorrem-me como o controlo de produção e regulação de fluxos de forma visual. Contudo o setor carece de profissionais com conhecimentos e/ou disponibilidade para tratamento numérico e estatístico que permitam mensurar adequadamente a organização produtiva para consequentemente redimensionar as linhas de produção baseado no espírito da melhoria contínua. Outra dificuldade consiste na baixa escolaridade da generalidade dos colaboradores que impede mecanismos de abordagem sistemática, ou seja proceder de igual forma em condições de igualdade de circunstâncias. A mesma baixa escolaridade limita a capacidade de organização documental. Acresce que o setor está demasiado preso a conceitos organizacionais tradicionais, por exemplo em determinadas circunstâncias é razoável parar equipamentos para evitar estrangulamentos e deslocar recursos para pontos de produção mais a jusante fazendo aumentar ou manter a cadência de produção no final da linha.
Finalmente outros fatores há que fazem desta indústria a que conta com trabalhadores com os mais baixos níveis de autoestima e consequentemente menos predisponíveis para a eficiência e mudanças de hábitos. O mesmo se aplica não menos vezes a chefias com a agravante de provocar o aumento de necessidades de afirmação pessoal em detrimento da organização como um todo.
Friday, 19 September 2014
MIT no Desenvolvimento de Novas Tecnologias Têxteis
Atualmente os fatos dos astronautas não estão em contacto direto com a pele, no seu interior existe uma camada de gás que recria a pressão atmosférica. Com a nova tecnologia pretende-se o mesmo efeito mas colocando o tecido em contacto com o corpo, aumentado assim a mobilidade dos astronautas.
A tecnologia consiste em combinar bobines SMA com tecidos e materiais convencionais. Estas bobines quando atravessadas por uma corrente elétrica são aquecidas e retraem-se para formas pré-programadas provocando a contração do fato criando deste modo a pressão necessária para a sobrevivência dos astronautas.
Pensa-se que é possível aplicar a tecnologia no setor militar para criar torniquetes inteligentes. Combinando esta tecnologia com sensores apropriados será possível criar um torniquete capaz de se "ativar" automaticamente quando algum soldado se ferir gravemente nos membros.
Pensa-se que é possível aplicar a tecnologia no setor militar para criar torniquetes inteligentes. Combinando esta tecnologia com sensores apropriados será possível criar um torniquete capaz de se "ativar" automaticamente quando algum soldado se ferir gravemente nos membros.
Monday, 15 September 2014
Inteligência têxtil
in http://www.portugaltextil.com/
As empresas e instituições portuguesas continuam a dar cartas no campo da investigação e desenvolvimento, com a área dos chamados têxteis técnicos – dos fios ao vestuário – a mostrar elevado dinamismo e a atrair grandes players internacionais para o nosso país.

Vestuário com gestão de humidade e termorregulação, meias que monitorizam sinais vitais, malhas com proteção UV, tecidos aquecidos para o interior de automóveis, fios antiodores e toalhas de mesa que repelem a sujidade são apenas alguns dos produtos que saem da indústria têxtil e vestuário nacional para o mundo. Um know-how que tem vindo a ser explorado até pelas mais tradicionais empresas, muitas vezes em parceria com centros de I&D, nomeadamente o Citeve, o Centi e o 2C2T da Universidade do Minho.
Na primeira edição do Jornal Têxtil depois da “silly season”, damos destaque aos têxteis “inteligentes” em Portugal e à sua evolução no mundo e apresentamos alguns dos projetos que estão a marcar o sector, nomeadamente as novas apostas da Ert, desvendadas em discurso direto pelo seu diretor de inovação, Fernando Merino.
A inovação tecnológica é, de resto, uma das áreas que as empresas portuguesas deverão desenvolver para prosperar, de acordo com o novo Plano Estratégico para o “Cluster Têxtil Moda 2020”, que será formalmente apresentado no Fórum da Indústria Têxtil, na Alfândega do Porto, no próximo dia 24 de setembro. Um documento pensado por Paulo Vaz, diretor-geral da ATP - Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, que antecipa, em entrevista, as estratégias e ações do novo plano para o sector.
Segundo Paulo Vaz, o design é outro dos pontos essenciais para a indústria têxtil e vestuário nacional. Por isso, nesta edição de setembro apresentamos as tendências compiladas pelo WGSN para o denim do outono-inverno 2015/2016 e dissecamos as propostas da moda de homem para a primavera-verão 2015 que desfilaram nas passerelles de Milão e Paris.
Fique ainda a par do reforço da expansão internacional da Arco Têxteis e do novo mercado de eleição da especialista em têxteis-lar Home Flavours, prepare-se para a conquista do mundo planeada pela marca Blackspider e conheça os fatores por detrás do sucesso de 25 anos da especialista em felpos bordados Finera. Revelamos ainda a nova parceria da Lona com uma conhecida designer portuguesa, os produtos inovadores da Ana Sousa, os projetos online da marca Glüen, a investida além-fronteiras planeada pelo criador Ricardo Preto para a sua primeira linha e a nova vida da Modalfa, a marca de retalho da Sonae, rebatizada simplesmente Mo.
Setembro marca ainda o regresso dos grandes certames internacionais, como a Texworld e a Apparelsourcing Paris, assim como o incontornável salão português Modtissimo, que, integrado na Porto Fashion Week, promove, nesta edição, um encontro entre a moda e a sétima arte. Saiba ainda o que pode encontrar na 12.ª edição da Maroc in Mode, que se realiza em outubro, e prepare as suas próximas viagens com o auxílio da nossa agenda de feiras.
As novidades de empresas internacionais de renome, como a Nike, Hanesbrands, Gildan e Ikea, também não faltam a esta edição, onde pode ainda encontrar os dados mais recentes sobre mercados, a conjuntura, o comércio internacional e as matérias-primas.
As empresas e instituições portuguesas continuam a dar cartas no campo da investigação e desenvolvimento, com a área dos chamados têxteis técnicos – dos fios ao vestuário – a mostrar elevado dinamismo e a atrair grandes players internacionais para o nosso país.

Vestuário com gestão de humidade e termorregulação, meias que monitorizam sinais vitais, malhas com proteção UV, tecidos aquecidos para o interior de automóveis, fios antiodores e toalhas de mesa que repelem a sujidade são apenas alguns dos produtos que saem da indústria têxtil e vestuário nacional para o mundo. Um know-how que tem vindo a ser explorado até pelas mais tradicionais empresas, muitas vezes em parceria com centros de I&D, nomeadamente o Citeve, o Centi e o 2C2T da Universidade do Minho.
Na primeira edição do Jornal Têxtil depois da “silly season”, damos destaque aos têxteis “inteligentes” em Portugal e à sua evolução no mundo e apresentamos alguns dos projetos que estão a marcar o sector, nomeadamente as novas apostas da Ert, desvendadas em discurso direto pelo seu diretor de inovação, Fernando Merino.
A inovação tecnológica é, de resto, uma das áreas que as empresas portuguesas deverão desenvolver para prosperar, de acordo com o novo Plano Estratégico para o “Cluster Têxtil Moda 2020”, que será formalmente apresentado no Fórum da Indústria Têxtil, na Alfândega do Porto, no próximo dia 24 de setembro. Um documento pensado por Paulo Vaz, diretor-geral da ATP - Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, que antecipa, em entrevista, as estratégias e ações do novo plano para o sector.
Segundo Paulo Vaz, o design é outro dos pontos essenciais para a indústria têxtil e vestuário nacional. Por isso, nesta edição de setembro apresentamos as tendências compiladas pelo WGSN para o denim do outono-inverno 2015/2016 e dissecamos as propostas da moda de homem para a primavera-verão 2015 que desfilaram nas passerelles de Milão e Paris.
Fique ainda a par do reforço da expansão internacional da Arco Têxteis e do novo mercado de eleição da especialista em têxteis-lar Home Flavours, prepare-se para a conquista do mundo planeada pela marca Blackspider e conheça os fatores por detrás do sucesso de 25 anos da especialista em felpos bordados Finera. Revelamos ainda a nova parceria da Lona com uma conhecida designer portuguesa, os produtos inovadores da Ana Sousa, os projetos online da marca Glüen, a investida além-fronteiras planeada pelo criador Ricardo Preto para a sua primeira linha e a nova vida da Modalfa, a marca de retalho da Sonae, rebatizada simplesmente Mo.
Setembro marca ainda o regresso dos grandes certames internacionais, como a Texworld e a Apparelsourcing Paris, assim como o incontornável salão português Modtissimo, que, integrado na Porto Fashion Week, promove, nesta edição, um encontro entre a moda e a sétima arte. Saiba ainda o que pode encontrar na 12.ª edição da Maroc in Mode, que se realiza em outubro, e prepare as suas próximas viagens com o auxílio da nossa agenda de feiras.
As novidades de empresas internacionais de renome, como a Nike, Hanesbrands, Gildan e Ikea, também não faltam a esta edição, onde pode ainda encontrar os dados mais recentes sobre mercados, a conjuntura, o comércio internacional e as matérias-primas.
Tuesday, 29 July 2014
Inovação estratégica na indústria têxtil e do vestuário nacional : estudo de caso
Monday, 28 July 2014
Centro Europeu de Têxteis Inovadores
O norte de França, em cidades como Lille, Roubaix e Tourcoing, junto à fronteira com a Bélgica é o centro de um cluster de têxteis técnicos. As origens do têxtil nesta região remontam à idade média com o comércio facilitado pela proximidade com o porto de Antuérpia.
A região dedicava-se à produção de têxteis tradicionais, contudo a concorrência de baixo custo dos países emergentes obrigaram a reconversão das principais unidades industriais para a produção de têxteis técnicos. Hoje Lille é considerada a capital dos têxteis técnicos, com mais de 300 empresas espalhadas por 150km dedicadas a este sector de alta tecnologia. A região conta com 23 laboratórios de investigação e desenvolvimento e com uma dinâmica muito pro-activa entre empresas e meio académico. Os centros de I&D dedicam-se não só ao desenvolvimento dos materiais e processos, mas também à promoção, comunicação e apoio à exportação do sector.
O CETI (Centro Europeu de Têxteis Inovadores) é talvez o mais conhecido e dedica-se ao desenvolvimento de têxteis para sectores como higiene e saúde, desporto, equipamentos de protecção, engenharia civil e transportes. Outro centro é o CLUBTEX (Centro para a promoção das empresas de têxteis técnicos) que dá apoio não só a empresas francesas, mas também Belgas.
Algumas das empresas localizadas nesta região foram já fundadas no século XIX e gradualmente fizeram a transição do tradicional para os têxteis de alta tecnologia. Uma dessas empresas é a Dickson fundada em 1836, já nessa altura produzia tecidos para velas e desenvolvia métodos para prevenir o mofo em tecidos marinhos.
Fonte: http://www.textileworld.com/
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