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Tuesday, 25 October 2016

Programar Display I2C no Arduino

Como já dissemos, para utilizar um display I2C em Arduino é necessário incluir a respectiva biblioteca no cabeçalho do código:


#include <LiquidCrystal_I2C.h> 

Ainda não dissemos mas é igualmente necessário definir um endereço para o estabelecimento da comunicação, por exemplo:


#define I2C_ADDR 0x3F

Friday, 14 October 2016

Módulo I2C para Display Arduino

Uma das dificuldades para conectar um display vulgar tipo 16x2 ou 20x4 a um Arduino é o elevado número de portas que este requere limitando o uso do Arduino. Uma solução para este problema é recorrer ao uso de um módulo de interface I2C. Este módulo está concebido para acoplar directamente no display e conecta-se ao arduino usando apenas 2 portas mais a alimentação que pode ser externa. O I2C estabelece comunicação série com o arduino através das portas SCL e SDA que correspondem aos pinos 28 e 29 do ATMEGA.




Tuesday, 11 October 2016

Tabela de Fórmulas para Vigas de Secção Constante

A partir do livro Manual de Fórmulas Técnicas de Kurt Gieck da Dinalivro, fica esta tabela de fórmulas para cálculo da resistência de vigas de secção constante.

Sunday, 3 April 2016

Microsoft Acess in Engineering - Textile plannig Case

The Microsoft Acess it's a very powerful tool include engineering. This toll is much often forgotten over Excel for example but in reality it is much more powerfull. This platform combines a good database with a great graphical environment for creating forms with objects and methods preconfigured and easy to adapt. Handling the database it's also facilitated, for this task also have a graphical environment to create SQL instructions. 


Wednesday, 14 October 2015

Estimated Time of Discharge and Charging a Battery

A simple but useful calculation is the estimated time of discharge and charging a battery. So, first you need to know the battery capacity that is expressed in Ah. The time of discharge is given by de expression Capacity (Ah)/Consumer Load (A).




Saturday, 7 February 2015

LED a piscar com Arduíno - Arduino Tuturial 1

Baseado em http://www.electroschematics.com/

Iniciamos com este artigo um tuturial completo sobre Arduino. Neste primeiro artigo vamos explicar como se coloca um LED a piscar a board Arduino Uno. O LED vai estar ligado num porta digital 13.

Tuesday, 6 January 2015

Correntes de Curto-Circuito - Caderno Técnico Schneider




Adicionamos à secção de Downloads o caderno técnico 158 da Schneider para cálculo das correntes de curto-circuito.


Fica o Link: Aqui

Tuesday, 2 December 2014

Correção do Fator de Potência



Sendo o fator de potência um tema fundamental nas instalações industriais, adicionamos à seção de downloads novo documento técnico da ABB sobre o assunto.

Ver aqui




Monday, 27 October 2014

Lean Production, o Conceito

Lean traduzido do inglês significa magro. Por esta designação já se antevê os princípios de Lean Manufacturing, produção magra: é obvio redução de desperdícios.

O foco da filosofia Lean está centrado no valor que o cliente está disposto a pagar pelo artigo a produzir. Nas organizações tradicionais o valor do produto é a soma dos custos de produção, matéria-prima e lucro. O sistema Lean está invertido, a organização está obrigada a produzir para um dado valor de mercado e é partindo deste princípio que toda a estrutura organizacional deve ser projetada ou analisada. Toda a cadeia de valor da organização, processo a processo, deve ser analisada com o objetivo de identificar desperdícios e oportunidades de melhoria na busca da perfeição. Com isto o Lean Manufacturing deve implementar um sistema de produção de fluxo contínuo onde todas as operações tenham em vista o acrescentar valor ao produto e onde as quantidades a produzir são processadas no momento certo e adequam-se à procura. Desta feita o sistema Lean basea-se em métodos de produção pull ou produção puxada, com isto as ordens de produção são sempre despoletadas pela procura do cliente, do mesmo modo o fluxo de produção rege-se pelo mesmo princípio, são os processos a jusante que desencadeiam as ordens de produção nos processos a montante.

Num sistema de produção puxado evitam-se produções desnecessárias e os produtos são assim processados no momento certo para satisfazer a procura, Just in Time.

O conceito Lean Manufacturing permite eliminar, ou pelo menos reduzir os oito desperdícios fundamentais, sobreprodução, sobreprocessamento, defeitos, stocks em excesso, deslocações dos operadores, movimentações e manuseamento de materiais desnecessários. O efeito destes desperdícios reflete-se no aumento dos tempos de processamento, aumento do tempo de entrega e finalmente no aumento do custo do produto. Interessa reforçar que a sobreprodução, ou seja, produzir mais do que o necessário para satisfazer a procura ou os pedidos dos clientes, está na origem de outros desperdícios, a empresa vê os armazéns cheios especialmente de produto acabado que não consegue vender, mas também de armazéns intermédios, com todos os custos e falta de espaço que isso acarreta.

Por fim o oitavo desperdício: não aproveitar a criatividade dos colaboradores.

Thursday, 23 October 2014

Lean Production, a Origem

Após a 1ª grande guerra Henry Ford fez prosperar a indústria de automóveis introduzindo o conceito de produção em massa. O Ford T foi o primeiro modelo da história do automóvel a ser produzido em série. O conceito de Henry Ford era simples, ainda assim inovador: produzir em grande escala para reduzir o custo de produção. Com a produção em massa os operários deixaram de ter que ser especialistas e só tinham que fazer bem e rápido uma só tarefa, antes, no conceito de produção artesanal os operários tinham que saber executar todas as tarefas.


O resultado foram carros baratos e fiáveis, não tardou por isso a que o conceito fosse exportado para outros setores marcando o início da indústria moderna.

Com a 2ª guerra o Japão ficou devastado. O construtor de automóveis Japonês Toyota enviou um grupo de engenheiros aos Estados Unidos para visitar o rival americano Ford. O objetivo foi estudar o conceito de produção em massa para o adotar e assim fazer reerguer o construtor que além de automóveis também construía teares para a indústria têxtil. Contudo os engenheiros da Toyota perceberam que dificilmente o sistema americano resultaria no contexto japonês. O mercado americano era incomensuravelmente maior que o japonês pelo que à escala do Japão a Toyota não iria conseguir produzir automóveis suficientemente baratos. Por outro lado a Toyota percebeu a principal fragilidade da produção em massa, a falta de flexibilidade. Na produção em massa evitam-se mudanças e ajustes nos equipamentos e como consequência produzem-se pequenas variedades do mesmo produto. Por exemplo durante muitos anos o Ford T teve sempre a mesma cor precisamente para que não houvesse mudanças na linha de produção.

A Toyota entendeu que podia ter uma mais-valia competitiva indo de encontro ao desejo dos consumidores fabricando uma maior variedade do mesmo produto. Mas persistia o problema de como produzir carros baratos e isso teria que ser resolvido porque o construtor japonês também já sabia que quem define o preço do produto é o cliente, ou seja o cliente é que decide o quanto está disposto a pagar para adquirir um dado produto. Os engenheiros da Toyota também perceberam que o sistema de produção em massa gera muito desperdício que regra geral não era valorizado, assim começaram a estudar uma simbiose da produção artesanal com a produção em série que procurasse reduzir a zero o desperdício. Assim nasceu o Sistema de Produção Toyota.

O Sistema de Produção Toyota passou despercebido ao mundo durante muitos anos e só na década de 70 do século XX é que passou a dar nas vistas quando em plena crise petrolífera os construtores americanos começam a somar prejuízos e a Toyota revela-se ainda que produzindo menos mas mantendo a existência de lucros. É nessa altura que o MIT começa a estudar os sistema de produção Toyota e o denomina de Lean Production.

Wednesday, 15 October 2014

Resistência de Terra (parte 6)


Instalação de Terra – Considerações práticas (cont)

As fundações do edifício devem estar conectadas ao sistema de terra, assim como canalizações e outras estruturas metálicas do mesmo.




Um anel de terra ligado às fundações do edifício pode melhorar bastante a resistência de terra.
Quanto às varetas em paralelo devem estar espaçadas umas das outras a uma distância nunca inferior ao seu comprimento.  


O condutor de terra não deve ter isolamento e ter uma secção não inferior a 35mm2 como garantia de resistência a esforços mecânicos.  Para o mesmo efeito também deve ser enterrado a uma profundidade de pelo menos 50cm, sendo que quanto maior a profundidade também melhor será a resistência de terra. 

Saturday, 11 October 2014

Resistência de Terra (parte 5)


Instalação de Terra – Considerações práticas

Neste capítulo vamos abordar algumas questões práticas e procedimentos para execução de instalações de sistemas de terra. A seguir apresenta-se um exemplo prático.

A figura representa uma instalação de terra típica com varetas em paralelo onde

  1.  Vareta com pelo menos 2m de comprimento
  2.  Condutor de terra (sem isolamento)
  3.  Barra de ligação equipotencial
  4.  Condutor equipotencial principal
  5.  Ligações de tubagens de água, gás, fundações, etc...

O condutor principal de terra que une as varetas é ligado à barra de ligação equipotencial e esta ao condutor equipotencial principal. A este condutor estão ligados

  • Os condutores de terra
  • Os condutores de proteção
  • Os condutores de ligações equipotenciais
  • O condutor de terra de eventuais mastros de antenas
  • O condutor de terra de eventuais para-raios. 
Deve estar previsto a instalação em local acessível um ponto de medição da terra. Para o efeito deve ser possível desconectar toda a instalação de proteção do condutor de terra. A desconexão só deve ser possível por meio de ferramentas. A barra equipotencial pode servir para o efeito.

Thursday, 9 October 2014

Resistência de Terra (parte 4)

Anterior: Resistência de Terra (parte 3)

Sistemas de Terra Diversos - Formulário

Abaixo apresenta-se formulário para cálculo da resistência de terra para diversas configurações de hastes.


Tuesday, 30 September 2014

Auditorias Energéticas - Guideline



Dado o interesse no contexto Industrial disponibilizamos na biblioteca de Downloads um guia para a concretização de auditorias energéticas. O documento PDF é escrito em inglês foi elaborado no seio de Berkeley National Laboratory.

Ver aqui

Wednesday, 24 September 2014

Resistência de Terra (parte 3)


Anterior: Resistência de Terra (parte 2)

Sistema de Terra com 2 ou mais Varetas em Linha

Aumentar o comprimento da vareta faz diminuir o valor de resistência de terra contudo não é suficiente para terrenos com grande resistividade. Nestes casos é necessário aumentar o número de varetas. 


(Eq 2)


Onde:

d – distância entre varetas em (m)

n – Número de varetas

(Restante nomenclatura conforme Equação 1)

A equação 2 pode ser manipulada de maneira a introduzir um fator k que resulta do número de varetas selecionado e assim:
(Eq 3)


Tabela de seleção de k

Tabela de seleção de k
Número de varetas
k
2
0,500
3
0,833
4
1,083
6
1,450
8
1,718

Admita-se então um terreno pedregoso com 200 Ω/m e varetas de 2m com 1,5cm de raio. Antes calculamos que com uma vareta obteriamos 0,99Ω. Os valores agora obtidos estão expressos na tabela abaixo para comprimentos de varetas de 2 e 4m:

Resistência de Terra Ω
Número de varetas
l=2m
l=4m
2
55,28
33,06
3
39,21
24,40
4
30,73
19,62
6
21,79
14,38
8
17,05
11,49

Sunday, 21 September 2014

Resistência de Terra (parte 2)

Anterior: Resistência de Terra (parte 1)




Comportamento da Resistência de Terra

Aplicando a fórmula da resistência de terra para uma só vareta (Equação 1), para diferentes tipos de terreno e admitindo uma vareta de 2m e 1,5cm de raio.
  • · Terra húmida 50Ω/m -- obtemos uma resistência de terra de 24,97Ω 
  • · Terreno pedregoso 200 Ω/m -- obtemos uma resistência de terra de 99,9Ω
  • · Terreno arenoso seco 2000 Ω/m -- obtemos uma resistência de terra de 999,06Ω
Admita-se um terreno húmido com 50Ω/m e aplicamos uma vareta de 4m com raio de 1,5cm, a resistência de terra passa agora a ser de 13,86Ω, assim se aumentarmos ao comprimento da vareta baixamos significativamente a resistência de terra.

Thursday, 18 September 2014

Resistência de Terra (parte 1)


Em ReSolve já fizemos referência a que a resistência de terra de uma instalação elétrica deve ser o mais baixa quanto possível, idealmente zero.

Para execução de um sistema de aterramento, o mais comum é recorrer a varetas metálicas, normalmente revestidas por cobre, enterradas verticalmente. Pode ser usada apenas uma vareta ou várias agrupadas em paralelo, quanto maior o número de varetas menor a resistência de terra. Os agrupamentos podem ter diversas morfologias, em linha, triângulo, quadrado, malha, estrela, etc...

Para a resistência de terra desde logo há que considerar as condições do terreno para extrapolar a resistividade do terreno, ou seja qual a capacidade que este tem para permitir a fluidez da corrente elétrica.

Tabela de resistividade dos solos
Tipo de Terreno
Ohm/m
Leito do rio
10 a 400
Argila, marga húmido
30 a 150
Terrenos pedregosos c/ plantas
200 a 300
Areias húmidas
200 a 300
Areias secas
2000 a 5000
Rochas calcárias húmidas
30 a 100
Rochas cal cárias secas
2000 a 5000
Turfas húmidas
200 a 300
Granitos, basaltos, betões
1000 a 5000



Faça-se notar que há métodos e equipamentos para medição da resistividade real do terreno porém não está no âmbito deste artigo abordar essa temática.

Cálculo da resistência de terra para sistemas com uma só vareta.

Para o cálculo da resistência de terra, para além do conhecimento do terreno onde se vai implantar o sistema é também necessário incluir as características da vareta. Para o efeito existem diversas fórmulas de cálculo sendo que a de uso mais generalizado é a que se segue e que vem referida na documentação do IEEE.

 (eq1)
Onde:

Ρ – Resistividade do solo (Ω/m)
l – Comprimento da vareta (m)
r – Raio da vareta (m)

Friday, 12 September 2014

Thursday, 11 September 2014

O que é um bom valor de resistência de terra?

baseado em http://electrical-engineering-portal.com/



Um bom valor da resistência de terra seria zero, contudo por razões físicas e económicas devemos ter um valor tão baixo quanto possível.

No setor das telecomunicações tem-se adotado o valor de 5 ohms ou menos como sendo o valor ideal. O IEEE também recomenda um valor de terra de 5 ohms ou menos.

Note-se que quanto menor o valor de terra mais segura é a instalação e mais garantia de bom funcionamento a mesma oferece.

Finalmente deve sempre obedecer ao valor fixado pela legislação.