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Wednesday, 29 October 2014

Aparelho faz diagnóstico de osteoporose por leitura acústica

Investigadores ingleses desenvolveram um aparelho que identifica problemas de osteoporose através de sons emitidos pelo corpo. O aparelho portátil pode ser usado por profissionais de saúde para monitorizar o estado dos pacientes com regularidade para avaliar de que forma respondem aos tratamentos.


O aparelho possui sensores que se aplicam à superfície dos joelhos que detetam os ruídos gerados pela energia acústica gerada pela fricção e peso do próprio corpo nas articulações. O sistema também é capaz de interpretar e registar o ângulo do joelho para assim relacionar a forma de onda acústica durante as diferentes fases do movimento.

A investigação foi liderada pela Lancaster University mas também contou com investigadores de Central Lancashire University, Manchester University e da industria.

Tuesday, 28 October 2014

Reino Unido terá estrada inteligente

in http://canaltech.com.br/ (2013)


A estrada A14, que liga as cidades de Felixstowe e Birmingham, no Reino Unido, será a primeira via do país com um sistema inteligente conectado à internet. As informações são do jornal Telegraph.

A ideia é que a estrada sirva de modelo para preparar outros locais para o futuro, em especial para carros automatizados que não precisam de motorista. Além disso, o caminho poderá alertar sobre a velocidade do automóvel para reduzir a distração do condutor e evitar acidentes.

O Reino Unido é um dos primeiros países do mundo a testar uma tecnologia chamada "espaço branco". Os sinais são enviados pelas brechas do espectro utilizado pelas TVs, e não pela rede de celulares, e por isso a estrada transmite dados a maiores distâncias e ajuda a conectar os carros a lugares mais remotos. Outras empresas também fazem testes com esse recurso; a Microsoft, por exemplo, vai usar espaços brancos para distribuir Wi-Fi grátis em Glasgow, na Escócia.

Sensores serão colocados ao longo de 110 quilômetros da A14. A estrada será conectada ao controle de tráfego, permitindo a transmissão de dados sobre trânsito e clima direto para o celular do motorista. Dessa forma, será possível planejar melhor as rotas e evitar congestionamentos.

Os engenheiros responsáveis pelo projeto esperam que, no futuro, a própria estrada controle automaticamente a velocidade dos veículos e ainda ofereça suporte para alimentar máquinas de venda automática e monitores cardíacos.

Cerca de vinte companhias vão testar a A14. Segundo a entidade reguladora de telecomunicações Ofcom, a estrada deve entrar em operação oficial em 2014.

Monday, 27 October 2014

Lean Production, o Conceito

Lean traduzido do inglês significa magro. Por esta designação já se antevê os princípios de Lean Manufacturing, produção magra: é obvio redução de desperdícios.

O foco da filosofia Lean está centrado no valor que o cliente está disposto a pagar pelo artigo a produzir. Nas organizações tradicionais o valor do produto é a soma dos custos de produção, matéria-prima e lucro. O sistema Lean está invertido, a organização está obrigada a produzir para um dado valor de mercado e é partindo deste princípio que toda a estrutura organizacional deve ser projetada ou analisada. Toda a cadeia de valor da organização, processo a processo, deve ser analisada com o objetivo de identificar desperdícios e oportunidades de melhoria na busca da perfeição. Com isto o Lean Manufacturing deve implementar um sistema de produção de fluxo contínuo onde todas as operações tenham em vista o acrescentar valor ao produto e onde as quantidades a produzir são processadas no momento certo e adequam-se à procura. Desta feita o sistema Lean basea-se em métodos de produção pull ou produção puxada, com isto as ordens de produção são sempre despoletadas pela procura do cliente, do mesmo modo o fluxo de produção rege-se pelo mesmo princípio, são os processos a jusante que desencadeiam as ordens de produção nos processos a montante.

Num sistema de produção puxado evitam-se produções desnecessárias e os produtos são assim processados no momento certo para satisfazer a procura, Just in Time.

O conceito Lean Manufacturing permite eliminar, ou pelo menos reduzir os oito desperdícios fundamentais, sobreprodução, sobreprocessamento, defeitos, stocks em excesso, deslocações dos operadores, movimentações e manuseamento de materiais desnecessários. O efeito destes desperdícios reflete-se no aumento dos tempos de processamento, aumento do tempo de entrega e finalmente no aumento do custo do produto. Interessa reforçar que a sobreprodução, ou seja, produzir mais do que o necessário para satisfazer a procura ou os pedidos dos clientes, está na origem de outros desperdícios, a empresa vê os armazéns cheios especialmente de produto acabado que não consegue vender, mas também de armazéns intermédios, com todos os custos e falta de espaço que isso acarreta.

Por fim o oitavo desperdício: não aproveitar a criatividade dos colaboradores.

Thursday, 23 October 2014

Lean Production, a Origem

Após a 1ª grande guerra Henry Ford fez prosperar a indústria de automóveis introduzindo o conceito de produção em massa. O Ford T foi o primeiro modelo da história do automóvel a ser produzido em série. O conceito de Henry Ford era simples, ainda assim inovador: produzir em grande escala para reduzir o custo de produção. Com a produção em massa os operários deixaram de ter que ser especialistas e só tinham que fazer bem e rápido uma só tarefa, antes, no conceito de produção artesanal os operários tinham que saber executar todas as tarefas.


O resultado foram carros baratos e fiáveis, não tardou por isso a que o conceito fosse exportado para outros setores marcando o início da indústria moderna.

Com a 2ª guerra o Japão ficou devastado. O construtor de automóveis Japonês Toyota enviou um grupo de engenheiros aos Estados Unidos para visitar o rival americano Ford. O objetivo foi estudar o conceito de produção em massa para o adotar e assim fazer reerguer o construtor que além de automóveis também construía teares para a indústria têxtil. Contudo os engenheiros da Toyota perceberam que dificilmente o sistema americano resultaria no contexto japonês. O mercado americano era incomensuravelmente maior que o japonês pelo que à escala do Japão a Toyota não iria conseguir produzir automóveis suficientemente baratos. Por outro lado a Toyota percebeu a principal fragilidade da produção em massa, a falta de flexibilidade. Na produção em massa evitam-se mudanças e ajustes nos equipamentos e como consequência produzem-se pequenas variedades do mesmo produto. Por exemplo durante muitos anos o Ford T teve sempre a mesma cor precisamente para que não houvesse mudanças na linha de produção.

A Toyota entendeu que podia ter uma mais-valia competitiva indo de encontro ao desejo dos consumidores fabricando uma maior variedade do mesmo produto. Mas persistia o problema de como produzir carros baratos e isso teria que ser resolvido porque o construtor japonês também já sabia que quem define o preço do produto é o cliente, ou seja o cliente é que decide o quanto está disposto a pagar para adquirir um dado produto. Os engenheiros da Toyota também perceberam que o sistema de produção em massa gera muito desperdício que regra geral não era valorizado, assim começaram a estudar uma simbiose da produção artesanal com a produção em série que procurasse reduzir a zero o desperdício. Assim nasceu o Sistema de Produção Toyota.

O Sistema de Produção Toyota passou despercebido ao mundo durante muitos anos e só na década de 70 do século XX é que passou a dar nas vistas quando em plena crise petrolífera os construtores americanos começam a somar prejuízos e a Toyota revela-se ainda que produzindo menos mas mantendo a existência de lucros. É nessa altura que o MIT começa a estudar os sistema de produção Toyota e o denomina de Lean Production.

Procedimentos para inspeção de cabos elétricos de baixa tensão LV



Procedimentos para inspeção de cabos elétricos de baixa tensão.

    1 - Compare o cabo com o projeto e especificações.
    2 - Inspecione secções expostas dos cabos suscetíveis de sofrer danos físicos.
    3 - Verifique a sua correta ligação de acordo com o projeto elétrico.
    4 - Inspecione as conexões aparafusadas usando um dos seguintes métodos:

          a)  Usar um ohmímetro de baixa resistência
          b) Verificar o aperto das conexões elétricas usando uma chave dinamométrica calibrada e                        comparando com dados dos fabricantes.
          c) Realizar levantamento termográfico

    5 - Fazer testes de isolamento.
    6 - Fazer testes de continuidade.
    7 - Verificar resistência uniforme de cabos paralelos.
A verificação do estado dos cabos elétricos e suas conexões é matéria suprema para a garantia de segurança de uma instalação elétrica, nomeadamente no que ao risco de incêndio diz respeito.

Wednesday, 22 October 2014

Sensores de medição podem ser pirateados para reduzir conta da luz

in http://exameinformatica.sapo.pt/

Dois investigadores descobriram que os sensores de medição de consumos de eletricidade bastante populares em Espanha apresentam uma vulnerabilidade que pode ser usada para atacar a rede elétrica ou simplesmente mostrar menos gastos.


Javier Vidal e Alberto Illera descobriram que a forma como os sensores inteligentes de medição de consumos de eletricidade comunicam com a rede central pode ser pirateada. Como consequência, terroristas podem usar a vulnerabilidade para provocar interrupções de fornecimento elétrico e hackers podem começar a registar menos consumos, para pagar faturas de eletricidade mais reduzidas. Os investigadores desmontaram os sensores instalados por uma companhia elétrica espanhola na morada do cliente. Ao fim de seis meses de investigação, descobriram que as chaves de encriptação das comunicações entre o sensor e a rede estão gravadas no firmware do aparelho. Segundo a BBC, é possível usar as chaves em conjunto com o identificador único de cada sensor para alterar as comunicações. Numa primeira instância, é possível registar consumos inferiores aos reais, de forma a pagar menos eletricidade, mas a falha pode ser explorada para cortar o fornecimento para aquele ponto de entrega.

Os investigadores já alertaram a companhia elétrica espanhola, que não foi identificada publicamente. Em Espanha, prevê-se a instalação de milhões destes contadores inteligentes antes de 2018.

Ashar Aziz, responsável pela empresa de segurança FireEye, explica que as vulnerabilidades existem e até agora só foi possível manter o equilíbrio porque as pessoas que têm capacidade para as explorar não estão interessadas em fazê-lo e os terroristas que o querem fazer não tem as capacidades necessárias.

Sunday, 19 October 2014

Kanban - autoregulação de fluxos


O sistema Kanban é usado em gestão de produção industrial. O conceito com origem no Japão apareceu pela primeira vez nas linhas de produção da Toyota para melhorar os fluxos e combater os desperdícios.



O princípio baseia-se na sinalização de fluxos usando cartões, luzes, caixas vazias ou até lugares demarcados. Quando um posto de trabalho a montante numa linha de produção necessita de abastecimento envia um pedido ao posto que o antecede. O sistema original consistia no envio de um cartão que significava necessidade de abastecimento, mas o mesmo conceito pode ser a existência de lugares demarcados que quando vazios indicam necessidade de abastecimento. Esses espaços devem estar em linha de vista com o posto de trabalho que fica obrigado a manter o espaço abastecido.

O Kanban permite agilizar o fluxo de produção e pode ser usado não só em industrias montadoras mas também em outras desde que organizadas em linhas de produção onde haja movimentação de cargas entre postos de trabalho. O Kanban é uma das vertentes do princípio de produção Just in time que significa produzir na quantidade adequada e no momento adequado. O Kanban implementa uma linha de produção puxada em que os postos de trabalho a montante solicitam ao posto antecedente a quantidade certa e no momento certo de matéria-prima que necessitam para processamento.

Este princípio opõem-se aos sistemas de organização de produção empurrada onde os postos de trabalho a montante empurram os produtos para os postos que lhes seguem na linha de produção. Este método é geralmente causador de desperdício especialmente porque gera excessos ou falhas nos armazéns intermédios por desajuste nas quantidades a produzir.

O Kanban permite a autorregulação das linhas de produção porque se baseia no princípio de pedidos do posto cliente ao posto fornecedor. Num contexto mais alargado o Kanban pode ser implementado em toda a organização industrial envolvendo também o sistema comercial da mesma.

Carros autónomos devem ser lançados em 2016

Elon Musk CEO da Tesla Motors em entrevista ao Financial Times adiantou que os primeiros carros de condução autónoma serão lançados em 2016. Ele adianta que não é especulação pois a tecnologia está extremamente acelerada e que em 2015 uma pequena cidade de Inglaterra verá os primeiros autocarros de transporte público autónomos.


Em 2016 devem aparecer os primeiros carros autónomos para serem vendidos aos consumidores finais. Segundo ele a Tesla já está a desenvolver os veículos e já está 90% do caminho percorrido para a sua concretização. Contudo os veículos não são 100% independentes, diz Musk que não falta muito mas que o caminho a percorrer para tal é incrivelmente difícil de conseguir. O veículo da Tesla virá equipado com piloto automático que pode ser ativado em diversas ocasiões para além das que atualmente já é possível.

A Google também tem vindo a desenvolver um veículo autónomo mas não adiantou qualquer data para a sua apresentação. Sabe-se porém que a empresa já se mostrou interessada em construir os seus próprios veículos.

Alba, nova lâmpada intelegente com capaciade de aprendizagem

A Alba é uma nova lâmpada inteligente capaz de perceber a iluminação ambiente e ajustar a sua potência. Neil Joseph ex-engenheiro da Tesla Motors e atual CEO da Stack teve a ideia num dia ensolarado ao ver todas as lâmpadas acesas. A nova lâmpada pode conseguir uma economia entre a 60 a 80% de energia relativamente a uma lâmpada LED tradicional, que de si é muito económica.



As cores da Alba também podem ser ajustas, de manhã preferencialmente pode mostrar uma luz azulada para estimular o cérebro. Ao longo do dia pode passar a emitir uma cor mais avermelhada. A lâmpada também é capaz de aprender a rotina dos moradores e prever quando uma divisão precisa de ser iluminada e com que intensidade. A lâmpada tem capacidade de aprendizagem pelo que com o tempo essa característica vai sendo aprimorada.

Através de uma app é possível definir padrões de iluminação para determinadas ocasiões, por exemplo durante um jantar e depois dele.

A Alba vai ser lançada no mercado em 2015. Um pacote de 2 lâmpadas custará 150 dólares e cada lâmpada adicional 60 dólares.

Wednesday, 15 October 2014

PlaxOil Combustível Reciclado

PlaxOil é um novo combustível reciclado. Este novo produto resulta da reciclagem de plástico usado. Este é cortado em pedaços e injectado num fluído para decompor as cadeias de hidrocarbonetos longas. Os materiais orgânicos são decompostos por indução de calor e ausência de oxigénio. É então formado um gás rico em energia que depois é filtrado, condensado formando finalmente o PlaxOil.

Este produto pode ser usado como combustível em motores diesel ou em queimadores industriais. O PlaxOil é um combustível de elevado teor calorífico, limpo e com baixo teor de enxofre.

O PlaxOil também pode ser usado para reentrar na cadeia de refinaria para produção de polímeros.

Resistência de Terra (parte 6)


Instalação de Terra – Considerações práticas (cont)

As fundações do edifício devem estar conectadas ao sistema de terra, assim como canalizações e outras estruturas metálicas do mesmo.




Um anel de terra ligado às fundações do edifício pode melhorar bastante a resistência de terra.
Quanto às varetas em paralelo devem estar espaçadas umas das outras a uma distância nunca inferior ao seu comprimento.  


O condutor de terra não deve ter isolamento e ter uma secção não inferior a 35mm2 como garantia de resistência a esforços mecânicos.  Para o mesmo efeito também deve ser enterrado a uma profundidade de pelo menos 50cm, sendo que quanto maior a profundidade também melhor será a resistência de terra. 

Sunday, 12 October 2014

Windows 10 chega no final do próximo ano

in http://exameinformatica.sapo.pt/

A próxima versão do Windows denomina-se Windows 10. O sistema operativo vai correr numa totalidade de dispositivos. Tablets, PCs, smartphones e, claro, na Xbox One. Chega no final do próximo ano. 



A Microsoft apresentou hoje as novidades da próxima versão do Windows. Chama-se Windows 10 e chega no final de 2015.

Uma loja única vai servir conteúdos e aplicações para todos os dispositivos onde o sistema vai correr: Tablets, PCs, smartphones e na Xbox One. Aliás, este é o sistema que vem substituir o Windows Phone.

Este evento, muito direcionado para o segmento empresarial, serve para a Microsoft disponibilizar aquela que vai ser a tecnology preview: uma versão beta do novo Windows que os profissionais vão poder usar. Esta versão está disponível para download a partir de amanhã.

O botão Iniciar regressa e é possível ver, de lado, os azulejos dinâmicos que saem do menu Iniciar e podem ser redimensionados.

Ou seja, é uma mistura do aspeto do Windows 7 com algumas funcionalidades do Windows 8.1.

O botão Iniciar ganha uma barra de busca que funciona dentro do sistema, mas também apresenta resultados de pesquisas na Internet. É um regresso às funcionalidades que tinham sido relocalizadas no Windows 8.

A Microsoft trabalhou na componente multitarefa. Agora, é possível ter duas aplicações abertas em simultâneo, mas não têm de ser apps. Podem ser programas clássicos do Windows em conjunto com apps.

O tabuleiro de sistema ganha um novo botão: o Task View (A vista de tarefas, numa tradução nossa). Quando se pressiona esse botão, surgem as aplicações que estão abertas e será fácil navegar entre elas.

Mais uma vez, o tipo dos programas em execução não é tido em conta para a funcionalidade.

Não esquecendo os ecrãs tátis, a Microsoft mantém a barra lateral (charms) se fizermos um swipe da direita. No entanto, se o movimento for efetuado à esquerda vai surgir a mesma visualização das tarefas abertas.

Aliás, o menu Iniciar é diferente quando se acede num dispositivo tátil. Mostra os azulejos e, à esquerda, uma barra com atalhos.

Saturday, 11 October 2014

Innovation 2.0 - Part II: Can Innovation be Forced?


Texto de  Nathan Coutinho publicado em Linkdin



This has come up several times over the years and is somewhat of a controversial topic. But in the right environment with the right people, it can definitely be done. So just forget about the previously mentioned pedestal for a second and think about it - NASA could do it, Apple could do it, Sony, Tesla, Samsung, BlackBerry and more. In fact, every one of the brands we know and love (or knew and loved, depending on where you are in the tech continuum) teamed up their best and brightest people to create great products and services filled with some or many innovations.

As a person who has managed a large number of people in various disciplines, I truly believe that we are all good at something. The biggest challenge is finding out what that something is. Most people never find out, and that saddens me. But if you can figure out what makes your people happy, you won't have to force innovation; it will happen naturally. However, the icing on the cake here is figuring this out across a team.

Incidentally, José Zulmar (Part 1 comments) also indicated that while innovation usually occurs in products and services, this can occur in non-technological areas as well, thus impacting organizational structure, core focus changes, business unit layouts etc. Dušan Ristić also pointed out that reverse engineering could sometimes also be used to innovate existing processes. And let’s not forget pure luck; you can’t discount being at the right place at the right time.

So while it is still difficult to answer the question as to whether innovation can be forced or not, you can definitely stage the right environment as a platform to drive creativity. But I also feel strongly about developing your people and determining what role they can play in your organization today and tomorrow.

Resistência de Terra (parte 5)


Instalação de Terra – Considerações práticas

Neste capítulo vamos abordar algumas questões práticas e procedimentos para execução de instalações de sistemas de terra. A seguir apresenta-se um exemplo prático.

A figura representa uma instalação de terra típica com varetas em paralelo onde

  1.  Vareta com pelo menos 2m de comprimento
  2.  Condutor de terra (sem isolamento)
  3.  Barra de ligação equipotencial
  4.  Condutor equipotencial principal
  5.  Ligações de tubagens de água, gás, fundações, etc...

O condutor principal de terra que une as varetas é ligado à barra de ligação equipotencial e esta ao condutor equipotencial principal. A este condutor estão ligados

  • Os condutores de terra
  • Os condutores de proteção
  • Os condutores de ligações equipotenciais
  • O condutor de terra de eventuais mastros de antenas
  • O condutor de terra de eventuais para-raios. 
Deve estar previsto a instalação em local acessível um ponto de medição da terra. Para o efeito deve ser possível desconectar toda a instalação de proteção do condutor de terra. A desconexão só deve ser possível por meio de ferramentas. A barra equipotencial pode servir para o efeito.

Thursday, 9 October 2014

Resistência de Terra (parte 4)

Anterior: Resistência de Terra (parte 3)

Sistemas de Terra Diversos - Formulário

Abaixo apresenta-se formulário para cálculo da resistência de terra para diversas configurações de hastes.


Engenheiros e o Ebola


Escusado será descrever o drama humano que o vírus do Ebola está a provocar em especial em algumas zonas de África, contudo torna-se importante abordar onde a engenharia, em especial a engenharia civil, pode determinar a minimização das consequências. Carmen Paradiso é o conselheiro sobre água e saneamento para o International Medical Corps , o qual afirma que o surto requer engenheiros para ajudar na conceção, construção, manutenção e operação de instalações de saúde e unidades de isolamento.

Tais unidades são vistas como essenciais nas comunidades onde ocorrem os surtos e Carmen Paradiso diz mesmo que a sua ONG tem um interesse especial em engenheiros civis habilitados para soluções de água e saneamento. Os EPI’s são outro tema central no combate ao vírus e o mesmo fala que também aqui os engenheiros são importantes para formar os profissionais de saúde na sua correta utilização e supervisão do uso e manuseamento.

Monday, 6 October 2014

Bobinagem de Motores



Ingenium Julho/Agosto


Adiantamos que já está on-line o número de Julho/Agosto da revista Ingenium da Ordem dos Engenheiros. Para efectuar o download siga para a secção Biblioteca de Downloads ou vá ao site da Ordem dos Engenheiros.


Wednesday, 1 October 2014

Mais Engenharia - Solicitação de Apoio

Solicitação de Apoio para candidatura aos Orgãos Sociais da Ordem dos Engenheiros

Caro(a) Colega,

Somos um grupo de colegas que conjuntamente com mais colegas de várias regiões e especialidades, estiveram na genesis do movimento mais engenharia, espaço que se formou e tem crescido nas redes sociais. Neste momento, engloba mais de 7000 membros, na sua maioria Engenheiros, das mais diversas especialidade e regiões. Ao longo dos últimos anos, temos promovido várias iniciativas na defesa e promoção da Engenharia Portuguesa, nomeadamente entre outras as palestras sobre temas atuais e de interesse para todos os colegas.

Das iniciativas realizadas em 2014, destacamos as seguintes:
1- Penafiel, a Empregabilidade e Empregabilidade precária,
2- Cluster do Mar em Oeiras
e das preparadas até ao fim do ano:
1- Famalicão a “Reindustrialização- O papel da Engenharia”;
2- “Sustentabilidade e Competitividade”; na região de Lisboa e
3- “Smart Cities” em Coimbra.

Participamos e apoiamos vários eventos, como a apresentação do livro “Portugal Pós-Troika”, na AIP-Lisboa e no Porto Business School, presenças na comunicação social SIC e Diário Económico e imprensa local, bem como nos eventos e Assembleias OE, onde sempre que possível temos vincado a nossa posição apresentando propostas pró-activas.

Dispomos de uma edição digital, o magazine "+Engenharia" de distribuição electrónica e gratuita, já com mais de 5000 mil leitores, estando em preparação quarta edição, bem como um blog e um grupo no linkedin.
Todos somos poucos, mas uma nova liderança na nossa Ordem contribuirá decididamente para a prosperidade e evolução de Portugal. As responsabilidades da nossa Ordem, deverão ir para além de confraternizações.

A Ordem deve pugnar para que os Engenheiros, sejam um dos pilares do crescimento sustentado para o País, nomeadamente na Reindustrialização, a optimização de Energia, na redescoberta do Mar como fonte de riqueza e crescimento, na renovação urbana, entre outros.
A forma como estão a ser geridos processos como o reconhecimento da actividade de colegas no Brasil, o diferendo com a ANET, que teve como epilogo a criação da OET, e mais recentemente a forma como está a ser gerida a revisão estatutária, leva-nos a tomar a decisão de reunir apoios, solicitar contributos e disponibilidade para o trabalho preparatório com vista à constituição de um programa e de uma equipa a apresentar às próximas eleições da Ordem dos Engenheiros, que se realizarão previsivelmente no prazo máximo de três meses, após aprovação dos novos estatutos segundo fontes governamentais.

Tomando em consideração igualmente o QREN 2020, deveremos ter com a sua nova abordagem um pilar de sustentabilidade da Europa, na qual Portugal deve ser capaz de aproveitar totalmente na recriação das bases de um novo ciclo inspirando novos ventos para uma Classe que se quer integrante e ativa nestes novos desafios

Pretendemos construir um programa moderno, equilibrado e sustentável que responda aos reais desafios da Engenharia e dos Engenheiros, contribuindo para uma dignificação da Classe elevando-a o nível a que ela merece.
Pretendemos fazê-lo de forma, o mais aberta e participativa possível.
Solicito ao colega contributos para o programa, disponibilidade para integrar o projecto e indicações de apoios, bem como a participação nas nossas iniciativas.

Cumprimentos
Paulo Bispo Vargas
Joaquim Nogueira de Almeida
Carlos Rebelo da Silva
Email: geral@maisengenharia.pt



O apoio dos colegas é uma prova de que a consciência profissional e de cidadania existe na nossa classe.
Precisamos de divulgar e consciencializar mais, para que todos os colegas participem numa mudança que se exige neste tempos de profunda alteração da forma de ver a nossa classe. O facto de a industria de construção não ser neste momento o motor do país é um apelo à requalificação e internacionalização dos colegas desta área mas antes de mais uma abertura para o crescimento de todas as outras engenharias.
A Reindustrialização, a exploração de recursos naturais, o Mar, a eficiência Energética entre outras, são áreas que apesar de multidisciplinares exigem o crescimento de TODAS as engenharias.
Colegas, esta é uma hora de mudança, tomai consciência e iniciativa de fazer parte dessa mudança, dando o apoio ao nosso movimento + ENGENHARIA,

Veículos Elétricos em 1914 - Realidade Britânica (sequela)

Não resistimos a publicar neste blogue o comentário do Engenheiro Joaquim Almeida no Linkedin ao artigo Veículos Elétricos em 1914 - Realidade Britânica:

Caro Jorge Miranda,
Fantastico artigo que vem relembrar a que ponto a tecnologia do veiculos eletricos tem uma possibilidade de desenvolvimento mais democratico, já que não exige uma tecnologia tão avançada como a dos motores de explosão.
Portugal tem toda a tecnologia p criar uma marca de carros eléctricos e passar a ser um player mundial nessa area, senão vejamos:
- Fabrica motores eletricos
- Fabrica todos os plasticos, etc para fazer os acessórios
. Fabrica componente eletronicos e produz todo o sistema de gestão eletrica
- Tem desenvolvimento de software do mais alto nivel p a gestão cada vez mais complexa de todos os componenentes do automovel
. Tem bons designers e visionários que até já ganharam prémios internacionais na concepção de carros do futuro
- Tem energia eletrica verde
- Tem uma rede de alimentação de energia eletrica totalmente sub aproveitada

O que falta?:
- Iniciativa de investidores
- Apoio do estado no desenvolvimento de um cluster automovel eletrico
- Mudança de mentalidades