A tecnologia de veículos elétricos, que hoje está em amplo desenvolvimento e que é vista como um caminho para a redução das emissões de dióxido de carbono, defronta-se ainda com preconceitos e limitações no entanto esta tecnologia tem já uma longa história de mais de um século. Já em 1914 a publicação britânica The Engineer apresentou um artigo onde perspetivava que tipo de tecnologia de tração viria a prevalecer no futuro. Na publicação especulava-se que a tração elétrica poderia vir ser interessante para veículos de emergência e autocarros.
Relativamente aos autocarros referiu-se a publicação à combinação de motores de combustão para carregar as baterias dizendo que os progressos que a tecnologia teve nos últimos anos levam a crer que o sistema combustão-elétrico não é uma ideia tonta conforme se poderia supor. O artigo ainda citava que seria bom que os céticos relativamente aos veículos elétricos se lembrassem que as mesmas dúvidas haviam sido levantadas poucos anos antes relativamente aos carros com motor a gasolina.
O The Engineer fazia referencia que uma companhia chamada Cedes forneceu 14 carros elétricos para os bombeiros de Londres. Cinco destes carros eram ambulâncias com motores alojados nas rodas para reduzir às engrenagens de modo a necessitar de menos manutenção. Estes veículos atingiam 40km/h e podiam percorrer quase 100km com uma única carga.
Notícia original (aqui)

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